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... E as conquistas do agronegócio brasileiro

 

Prof. Nelson Fernandes Maciel, Diretor-Presidente do Grupo CPT.

 Prof. Nelson
Fernandes Maciel
Diretor-Presidente do CPT

O ano de 2002 foi muito bom para a nossa organização; aprimoramos as técnicas de produção, migramos integralmente para o formato digital, conseguimos atender os principais interesses de nossos clientes com lançamentos de projetos solicitados por eles, conquistamos novos clientes, estamos com nossas equipes motivadas e, para completar, no final do ano, recebemos a homenagem, em Brasília, como "Empresa Destaque Nacional".

Temos muito que agradecer a Deus, aos nossos colaboradores, parceiros, coordenadores técnicos e clientes, que possibilitaram esta caminhada.

Iniciando este ano, com novo governo, gostaríamos de comentar sucintamente sobre as conquistas mais importantes do nosso agronegócio nos últimos anos.

Ficou patenteado que a agricultura e a pecuária deixaram de ser um peso, um consumidor de recursos, para tornar-se um setor forte, alcançando grande respeito político interno. O agronegócio cresceu 10% em 2002. Foi o setor que mais gerou renda e emprego, além de ter sido, novamente, responsável pelo saldo positivo da balança comercial brasileira.

Outro fato importante é que o empresário rural já enxerga o governo como parceiro e não mais como um tutor. Entenderam que a tutela tornava-se muito cara e a dependência inibia o crescimento, a produtividade e a competitividade. E, assim, o nosso agronegócio tornou-se em muitos setores, altamente competitivo, sobressaindo em nível mundial.

As conquistas do agronegócio brasileiro.

Os interesses brasileiros deverão ser levantados, junto com os países em desenvolvimento.

As tecnologias aqui desenvolvidas, que possibilitam dominar o cerrado, foi outro feito da maior importância. Alguns especialistas consideram o cerrado a maior descoberta da agricultura do século XX, abrindo novas fronteiras agrícolas que possibilitará ao nosso país ser celeiro de boa parte do mundo.

Uma ação que se tornou um marco foi quando o Brasil ousou enfrentar os países do primeiro mundo junto à OMC - Organização Mundial do Comércio, reivindicando a extinção do protecionismo destes países que injetam um bilhão de dólares por dia de subsídios em sua agropecuária, prejudicando a exportação de nossos produtos e de outros países em desenvolvimento.

Este será, com certeza, o maior desafio que os nossos novos governantes, em especial o novo ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, deverão enfrentar nos próximos anos.

Os interesses brasileiros deverão ser levantados, junto com os países em desenvolvimento, com firmeza, vigor e conhecimento para mostrar que a eliminação dos subsídios agrícolas pelos países ricos não é uma ação que melhorará apenas as exportações e a vida dos produtores rurais do Brasil e dos países em desenvolvimento, mas "é um processo que melhorará o bem-estar universal, com distribuição justa de riquezas e que garantirá a democracia e a paz", como disse o próprio Ministro Rodrigues.

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