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Tamanho padronizado de roupas

Novas medidas devem revolucionar o setor de vestuário

 

 Os tamanhos P, M e G devem deixar de existir com a padronização.

Se você é do tipo que não encontra roupa alguma que te sirva, pois bem, as empresas de vestuário estão tentando resolver esse problema. Com base numa pesquisa de medidas médias do corpo dos brasileiros, a Abravest – Associação Brasileira do Vestuário pretende fazer uma padronização nos moldes das roupas, de modo que todas as confecções nacionais ofereçam peças com o mesmo padrão de tamanho. Isso pode acabar, por exemplo, com o incômodo de pedir um 40 e só servir o 44. (Aprenda a fazer moldes e todo o processo de confecção nos cursos do CPT – Centro de Produções Técnicas).

O presidente da Abravest, Roberto Chadad, afirmou que metade da produção nacional de 5,5 bilhões de peças serão padronizadas até o fim de 2013. Segundo ele, para a indústria a vantagem é economizar até 8% em tecidos. Para o varejo, os custos para checar os tamanhos das peças também deve ser resolvido. “Outra vantagem é que isso pode melhorar as vendas pela internet, já que muita gente não compra roupas on-line por medo de não acertar o tamanho”, acrescentou. Além disso, a padronização reduziria a quantidade de devoluções e problemas durante a prova.

A quantidade de tamanhos deve aumentar, de acordo com o biotipo de cada pessoa. No caso masculino, as referências “atlético”, “normal” e “obeso” podem gerar mais de 20 diferenciações. Assim, os tamanhos P, M e G deixarão de existir. As medidas serão mais específicas, trazendo informações como circunferência da cintura, comprimento entrepernas e estatura.

A mudança ainda está no processo de pesquisa das medidas, que deve terminar até o início de novembro. A padronização vai seguir as normas da ABNT– Associação Brasileira de Normas Técnicas. O Instituto Totum será encarregado de auditar e qualificar as empresas. As confecções que assumirem as novas medidas devem criar novas etiquetas para atender aos novos padrões. Mas estes são apenas referências. Nenhuma empresa será obrigada a aderir a elas.

Por: Maria Clara Corsino.

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