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Safra de grãos em 2012 deve ser recorde em Minas

Volume pode atingir 10,9 milhões de toneladas

 

 A alta na demanda é um dos fatores que favoreceram o aumento na produção de grãos.

A produção de grãos de Minas Gerais deve bater um recorde histórico de 10,9 milhões de toneladas na safra 2011/2012, segundo um levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso representa um aumento de 2,4% em relação à safra 2010/2011.

Só a produção do milho, o grão mais cultivado no estado, pode ficar em torno de 6,8 milhões de toneladas. Um aumento de até 4,7% em relação à safra anterior. De acordo com a assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), Márcia Aparecida de Paiva Silva, o aumento da cotação no mercado interno é responsável por esse resultado. Ela explica que a produção do milho aumentou 55,7% nos primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

A falta de grãos no mercado externo e o crescimento da própria demanda também são fatores que contribuíram para o aumento da safra. Maria Aparecida explica que fatores como a destinação do milho para a produção de etanol em alguns países, justificam a maior demanda e a necessidade de se produzir mais. Além disso, o milho e outros grãos têm sido mais requisitados com o aumento da produção animal.

Outros grãos que registraram crescimento na produção em Minas foram o algodão (entre 0,5% e 4,4%), o arroz (até 2,2%), trigo (até 2,3%) e o sorgo (entre 0,4% e 0,5%). O clima estável é um dos condicionantes para esse bom resultado. Já a soja e o feijão podem ter uma queda na produção em relação à safra passada.

O mestre em economia rural Alberto Martins Rezende, professor do curso Comercialização Agrícola, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, afirma que um dos motivos da redução na produção da soja e do feijão é a mudança de lavoura. Já que o preço e o mercado para o milho e os outros grãos está melhor, muitos produtores têm migrado de cultura.

Por: Maria Clara Corsino.

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