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Rio+20 deve colocar o Brasil no centro das discussões climáticas

Fórum discute esta e outras questões pertinentes do contexto mundial

 

 Conferência vi reunir vários países para discutir temas relacionados aos problemas sociais, econômicos e ambientais do planeta.

A Conferência Rio+20 deve reunir os principais chefes de Estado para examinar questões ligadas à sociedade, à economia, ao comércio internacional, à política e aos problemas ambientais. O encontro está marcado para junho de 2012, no Rio de Janeiro, mas já suscita discussões a respeito do papel do Brasil.

De acordo com Luiz Pinguelli, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas,  o país sede deve tomar a frente nos debates sobre o clima. Na abertura do seminário “Propostas para a Conferência Rio+20: temas para aprofundamento do diálogo social”, ele afirmou que o Brasil já havia apresentado, em outra conferência, um conjunto de metas para a redução da emissão de gases.

Segundo Pinguelli, a Rio+20 é mais uma oportunidade para o Brasil mostrar suas sugestões acerca da emissão de gases. Para o coordenador do Acordo sobre o Desenvolvimento Sustentável e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Clemente Ganz Lúcio, o país deve trabalhar visando construir um ambiente sustentável junto com a sociedade. Desse modo, governo e sociedade civil atuam juntos a fim de desenvolver e alcançar metas, pois nem um nem outro sozinho conseguirá chegar a algum lugar.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, defende que a Rio+20 precisa refazer os passos da Rio-92, primeira conferência sobre sustentabilidade. No entanto, ele destacou que as ideias desta vez precisam ser levadas mais a sério e sair do papel.

O engenheiro florestal Sebastião Venâncio Martins, professor do curso Restauração Florestal, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, acredita que a legislação relativa ao meio ambiente necessita ser mais rigorosa. Assim, fica mais fácil para a sociedade civil e os governos cobrarem mais responsabilidade uns dos outros.

Por: Maria Clara Corsino.

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