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Resfriamento do morango aumenta por mais 14 dias sua vida útil

A aplicação da técnica foi denominada cadeia de frio, cujos métodos minimizam as perdas no processamento pós-colheita favorecendo o aspecto econômico

Morango é uma das frutas que mais agradam ao paladar do consumidor.

Uma pesquisa da Unicamp conseguiu prolongar a vida útil do morango por mais 14 dias. Um dos maiores problemas do seu comércio é ser uma fruta extremamente perecível, durando apenas quatro dias depois de embalado. O morango in natura foi submetido a um processo de resfriamento rápido com temperatura de zero grau, obtendo um aumento substancial na validade do produto com as mesmas propriedades nutricionais.

Morango é uma das frutas que mais agradam ao paladar do consumidor. O Brasil colhe entre os meses de julho a outubro uma média de 100 mil toneladas. Minas Gerais lidera a produção com 32,3%, seguido por São Paulo com 31,4% e Rio Grande do Sul, com 16,5%.

De acordo com o professor Doutor Afonso Peche Filho, no curso Produção de Morango, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, essas regiões ocupam as primeiras posições no cultivo  porque “a planta do morangueiro prefere os locais de clima mais ameno, e esse fator tem significativa influência nos parâmetros ligados com qualidade. Frutos menos saborosos e com acidez mais elevada são característicos de regiões com clima mais quentes; frutos mais adocicados, firmes e com aroma acentuado são obtidos em regiões de clima temperado”.

A aplicação da técnica foi denominada cadeia de frio, e de acordo com a autora dos estudos, a agrônoma Cintya Alejandra Castillo Pizarro, os métodos, por minimizarem as perdas no processamento pós-colheita, favorecem o aspecto econômico. Para concretizar os resultados positivos a agrônoma precisou identificar uma temperatura ideal de resfriamento, uma vez que o morango não pode ser congelado, pois no processo de descongelamento ele derrete, ou seja, suas características fisiológicas e bioquímicas são alteradas.

Segundo Cintya, a cadeia do frio já é uma técnica conhecida, mas de muito pouco uso. Isso porque o custo é alto para os pequenos produtores rurais. A agrônoma defende uma iniciativa conjunta desse segmento, o que garantiria um produto menos perecível e com possibilidades de ganhos maiores. Uma ideia, por exemplo, é criar cooperativas para ratear os custos.

Por: Ariádine Morgan

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