Requisitos básicos para fazer o cabresto

As falhas no aprendizado ou na execução de um determinado treinamento devem ser sempre atribuídas ao adestrador

É preciso ter paciência para conhecer os limites do animal e não passar da fase do aprendizado antes de consolidá-la

É preciso ter paciência para conhecer os limites do animal e não passar da fase do aprendizado antes de consolidá-la.

O cabresteamento é um dos primeiros ensinamentos de um animal e a base para a doma racional. Todas as vezes que você for lidar com cavalos, com certeza, irá cabresteá-los. A partir da confiança mútua entre o domador e o potro, serão necessários alguns requisitos básicos para o sucesso dessa etapa.

Primeiro, é preciso ter paciência para conhecer os limites do animal e não passar da fase do aprendizado antes de consolidá-la. O segundo ponto é a persistência, uma vez que é preciso ser repetitivo para que dia a dia o conhecimento seja fixado. E o terceiro e último fator é a sensibilidade para identificar as facilidades, as limitações, as dificuldades e o momento de evoluir nas atividades ou parar para o descanso. Essas atitudes permitem que o cabresto seja feito sem causar traumas e gerando, cada vez mais, um maior grau de confiança.

De acordo com o professor Dr. Haroldo Vargas Leal Júnior, no curso Aprenda a Montar e Lidar com Cavalos, preparado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “as falhas no aprendizado ou na execução de um determinado treinamento devem ser sempre atribuídas ao adestrador. Aqueles que não pensam assim, que tentam impor seus ensinamentos com brutalidade e irracionalidade, com certeza não podem exercer essa função”.

Uma das dúvidas com relação ao cabresto é a idade para iniciar o processo. Segundo o Dr. Haroldo Leal, que é médico veterinário com especialização em equinos, “não existe uma idade precisa. Acredito que com uma semana já poderá ser colocado na cabeça do potro um cabresto com fitas largas e gargantilha. Isso ajudará o animal desde cedo a acostumar com a pressão”.

O cabresto deve ficar constantemente na cabeça, e à medida que o animal for crescendo, deverá ser trocado por fitas maiores. Os instrumentos feitos com fitas são preferíveis aos de corda, por distribuírem melhor pressão e terem menor risco de se prenderem em pequenos galhos durante o pastejo.

Por: Ariádine Morgan

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