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Produtores recebem renda extra de silvicultura

Cultivo pode ser mantido junto com plantios tradicionais

 Os eucaliptos são as árvores mais plantadas, usadas para a fabricação de celulose, madeira e até essências.

A silvicultura emprega em torno de 4,5 milhões de trabalhadores e é garantia de renda para o produtor. Por isso, está em alta e é um dos setores agrícolas que mais cresce a cada ano. Esse desenvolvimento é um dos assuntos do Fórum Produção Conservação e Lucratividade – A Economia Verde como Via de Equilíbrio, que acontece no dia 26 de outubro, no auditório do Instituto Agronômico de Campinas ( IAC), em Campinas, SP.

Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf), César Reis, um dos palestrantes do evento, a atividade continuará crescendo. Ele acrescentou que, dentro do setor de florestas plantadas, os segmentos de eucalipto e pinos são os mais importantes. Essas duas florestas são responsáveis pela produção de madeira, celulose e carvão vegetal.

O aumento do consumo da madeira e a grande preocupação com o desmatamento de áreas nativas têm gerado uma maior demanda por florestas plantadas. Além disso, alguns processos industriais, como cerâmica, secagem de grãos e siderurgia, contribuem com o aumento dessa procura.

César Reis afirmou ainda que vários estados estão produzindo madeira e novas fronteiras estão sendo conquistadas. Ou seja, a atividade é muito atraente e lucrativa. Ele destaca a eficiência de programas que incentivam os produtores rurais, inclusive os pequenos, a cultivarem a floresta combinada com outras culturas. É uma forma de proporcionar a eles o aumento da renda, sem haver prejuízo da cultura tradicional.

O doutor em silvicultura Haroldo Nogueira de Paiva, professor do curso Cultivo de Eucalipto em Pequenas Propriedades, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, defende que essa é uma boa opção para os produtores rurais que desejam complementar os ganhos financeiros. Segundo ele, os custos são baixos e o manejo é simples, além de não alterar a produção normal.

Por: Maria Clara Corsino.

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