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Plástico verde pode ser produzido a partir da cana-de-açúcar

O bioplástico elaborado a partir dos resíduos da cana, os chamados "bagaços", evita a emissão de dióxido de carbono na atmosfera

A maior parte da produção de bioplástico é feita a partir do etanol da cana-de-açúcar.

Não conseguimos imaginar o mundo sem o plástico. Ele está presente em todos os momentos da nossa vida.  É matéria-prima para a fabricação de vários objetos como sacolas, vasos, embalagens, bijuterias, roupas, sapatos, entre outros. O plástico convencional é produzido com petróleo, que além da alta taxa de poluição, é uma fonte que está se esgotando.

Atualmente, órgãos governamentais e instituições de pesquisas têm buscado alternativas para a fabricação do plástico “verde” ou bioplástico. A maior parte de sua produção é feita a partir do etanol da cana-de-açúcar, mas pode também ser utilizado matérias-primas como trigo, milho, batata e óleo vegetal.

O bioplástico procedente a partir de resíduos da cana-de-açúcar, os chamados “bagaços”, evita a emissão de dióxido de carbono na atmosfera, que seria causado por sua queima. Este produto  possui propriedades idênticas às do convencional.

Para Luiz Antônio de Bastos Andrade, professor do curso Cultivo de Cana-de-açúcar, organizado pelo CPT - Centro de Produções Técnicas, a procura de produtos feitos a partir do plástico “verde” é cada vez maior. Os benefícios que eles proporcionam ao meio ambiente, trazem uma ótima oportunidade aos produtores de cana, tanto por utilizarem um produto que é “jogado fora”, quanto por ajudar na preservação da natureza.

Vários lugares no mundo tomam atitudes para acabar, principalmente, com o uso de sacolas plásticas convencionais. Em São Francisco, nos EUA, é proibido o uso em supermercados e farmácias. Na Europa, os clientes pagam pelo uso dessas sacolas.

No Brasil, na capital mineira, o comércio já não distribui as sacolas plásticas. Essa ação, que é uma lei, entrará em vigor também em São Paulo e Porto Alegre, a partir do dia primeiro de janeiro de 2012.

Por: Virgínia Maria de Araújo

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