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Plano Safra financiará agropecuária com mais de R$ 190 bilhões

Os recursos do Plano Safra serão disponibilizados de 1º de julho de 2018 a 30 de junho de 2019 para médios e grandes produtores

Plano Safra 18/19 financiará agropecuária com mais de R$ 190 bilhões

“Para investir no setor agropecuário, é indispensável um planejamento embasado em informações compatíveis com o porte da propriedade. Até mesmo pedir financiamento do governo requer cautela e preparo. Primeiramente, é preciso avaliar se o pedido de crédito é necessário, pois os juros, muitas vezes, são altos”, afirma Alexandre Lúcio Bizinoto, professor do Curso a Distância CPT Instalações e Equipamentos para Pecuária de Corte em Livro+DVD e Online.

Divulgado recentemente pelo Governo Federal, o Plano Safra 2018/2019 financiará a agropecuária com R$ 194,5 bilhões (3,2% a mais quando comparado a 2017). Serão beneficiados médios e grandes produtores em todas as regiões do país. “Mesmo com o aumento, o montante ainda não é suficiente. Na verdade, seriam necessários cerca de R$ 400 bilhões (por ano) para financiar o setor”, afirma Blairo Maggi, ministro da Agricultura.

É importante destacar que os recursos estarão acessíveis de 1º de julho de 2018 a 30 de junho de 2019. Estão previstos R$ 600 milhões (seguro rural), R$ 2,5 bilhões (comercialização), R$ 40 bilhões (investimento) e mais de R$ 151 bilhões (custeio). Para o custeamento, os grandes produtores pagarão uma taxa anual de 7% e os médios, 6%. Para investimentos, os juros poderão chegar a 7,5%.

Em média, os juros para as linhas de crédito apresentaram uma queda de 1,5%. Ainda assim, segundo Bartolomeu Braz, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja, os juros do crédito rural continuam altos. “Para aumentar a competitividade do produtor rural no mercado e dar a ele acesso ao financiamento, havíamos projetado uma taxa de juros de até 5,5% ao ano”, completa Braz.

Já João Martins, presidente da CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, afirma que o valor do seguro agrícola apresenta maior desvantagem ao produtor. Segundo Martins, era necessário o dobro do que será liberado. Com um montante do seguro melhor, os produtores buscariam recursos no próprio mercado (não do governo), pois toda instituição financeira liberaria o empréstimo. “O seguro safra é um excelente meio para modernizar a agropecuária nacional”, completa Martins.

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Fonte: g1.globo.com

Por Andréa Oliveira.

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