Parisienses implantam apiários em edifícios históricos

Dois bons e geniosos motivos levam parisienses a implantar apiários em telhados de edifícios históricos por todo o País e, acredite, tem dado muito certo

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Preocupação ambiental e interesse comercial são os bons e geniosos motivos que têm incentivado os parisienses a implantar apiários em telhados de edifícios históricos por todo o País. Sim, é isso mesmo e, acredite, tem dado muito certo. Segundo Alissa J. Rubin, jornalista do Folha de São Paulo, em matéria publicada em 28 de Agosto deste ano, só em 2016, para se ter ideia, toda a região de Paris, que inclui as áreas rurais em torno da cidade, produziu 324 toneladas do total de cerca de 16 mil toneladas de mel produzidas na França, segundo a Associação de Desenvolvimento Agrícola Regional Francesa.

O tão apreciado mel urbano, oriundo das mais de mil colmeias, pode ser encontrado, por exemplo, no telhado dourado da Ópera Garnier, no Place de la Concorde, nas espirais da Catedral de Notre-Dame e nos Jardins do Luxemburgue. Também é possível degustá-lo como parte integrante de receitas gastronômicas em diversos restaurantes, a destacar o La Tour d’Argent e o Mandarin Oriental. Quem quiser levá-lo para casa, a loja de presentes do teatro da Ópera Garnier sempre tem para vender. Mas isso não é tudo: nem só do lucro vive o homem! Todo o mel produzido nas colmeias no topo do Notre-Dame é dado aos pobres.

As abelhas são insetos que mais trazem benefícios ao homem. Além de produzirem alimentos riquíssimos em nutrientes - mel, pólen, própolis e geleia real - elas também trabalham intensamente no processo de polinização das flores, um dos principais mecanismos de manutenção e promoção da biodiversidade vegetal do planeta e um dos fatores decisivos para a alta produção nas plantações. São elas, portanto, que garantem a existência de grande parte dos alimentos que chegam a nossa mesa. Por meio do seu árduo trabalho de polinização, elas promovem o seu maior impacto na biodiversidade e na produção dos alimentos: 35% das lavouras e 94% das plantas silvestres dependem delas.

Atualmente, muitos apicultores brasileiros optam pela criação de abelhas sem ferrão cujo mel apresenta, de maneira geral, quase todas as características físico-químicas atendendo aos padrões exigidos pela legislação brasileira, que é baseada no mel da Apis mellifera. Entre as espécies de abelha sem ferrão que podem ser criadas fora do seu habitat citam-se a Uruçu Nordestina (M. scutellaris) e a Uruçu Amarela do Planalto Central (M. rufiventris rufiventris). Ambas são altamente adaptáveis a regiões distintas de seu meio de origem.

Por Silvana Teixeira.
Fonte: Folha de São Paulo.

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