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Para gastar menos com material escolar

Procon ensina a não exagerar nas compras

Muitas vezes um produto mais barato pode sair mais caro por ser de uma qualidade inferior.

Depois de muitos gastos no fim de 2011, o novo ano começa com um monte de novas contas a serem pagas. Entre elas estão impostos, como IPTU e IPVA, e o material escolar. O preço e a qualidade dos itens das listas das escolas costumam variar bastante de uma papelaria para outra. Por isso, é importante prestar muita atenção e pesquisar na hora de ir às compras.

Antes de tudo, é preciso avaliar o que sobrou do ano passado e ver o que ainda pode ser aproveitado. Para o Procon, o consumidor precisa avaliar o preço e a qualidade, pois muitas vezes um produto mais barato pode sair mais caro por ser de uma qualidade inferior. Também é comum que um item de uma mesma marca custe até duas ou três vezes mais em lojas diferentes. É bom fazer comparações e uma boa pesquisa antes de comprar.

Outra dica do Procon é não comprar nenhum material com vendedores ambulantes ou lugares desconhecidos. É muito importante confiar no estabelecimento antes de realizar a compra, pois, caso aconteça alguma coisa, há uma certa segurança e uma certa garantia quanto à resolução do problema. Do mesmo modo, segundo o órgão de defesa do consumidor, é bom  prestar atenção a produtos de marcas famosas e com desenhos de personagens, pois eles costumam ser bem mais caros. Uma boa saída para isso é não levar os filhos para as compras, pois eles acabam querendo o material do artista ou personagem preferido.

As escolas costumam pedir uma lista com o material necessário durante o ano inteiro. Elas são o motivo das maiores reclamações no Procon, que alerta para alguns abusos. Além de prestar muita atenção se o que é pedido é realmente necessário, o órgão recomenda tentar negociar com a escola para tentar dividir a compra do material usado. Assim, dá para comprar parte no início do ano, e parte no segundo semestre.

A economista doméstica Nerina Aires Coelho Marques, professora do  curso Finanças na Família, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, recomenda  que os pais se juntem e formem grupos para comprar em maior quantidade. Dessa forma, o preço costuma sair bem mais em conta.

 

Por: Maria Clara Corsino.

 

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