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Hormônios bioidênticos do inhame e da soja podem atrasar envelhecimento

Pesquisadores de São Paulo defendem que os hormônios são capazes, inclusive, de prevenir doenças

 Ainda não se sabe se a ingestão destes alimentos pode surtir os mesmos efeitos do uso dos hormônios.

Hormônios semelhantes aos do organismo humano, extraídos do inhame e da soja, poderiam evitar doenças e aumentar a longevidade e a qualidade de vida, de acordo com uma tese apresentada em São Paulo esta semana. O estudo foi publicado no 1º Congresso Latino-Americano da World Society of Anti-Aging Medicine (Wosaam) e no 5º Simpósio de Fisiologia Hormonal e Longevidade, que acontecem simultaneamente desde a última sexta-feira.

Apesar da boa notícia, vários pesquisadores divergem em relação aos hormônios bioidênticos (parecidos com os de humanos). A maioria deles considera os benefícios da reposição hormonal, como o tratamento feito com tiroxina (produzido pela tireoide), progesterona (ovariano), testosterona (hormônio masculino) e hormônio do crescimento. Todos esses tratamentos já se tornaram bem comuns. O endocrinologista Ricardo Meirelles, por exemplo, acredita que se existe algum problema os hormônios devem ser usados.

No entanto, os médicos e pesquisadores contrários ao uso de hormônios argumentam que eles podem acelerar o envelhecimento, e não preveni-lo. O ginecologista Ítalo Rachid, especialista em anti-idade, afirma que os hormônios diminuem quando envelhecemos, e não o contrário. Eles é que são responsáveis pelo equilíbrio do organismo.

Os médicos responsáveis pela pesquisa acreditam que os hormônios bioidênticos podem retardar o envelhecimento e serem usados para combater doenças como o Alzheimer, diabetes, demência, osteoporose, perda de massa muscular, entre outras. Para eles, este tipo de tratamento deve começar a partir dos 35 anos, quando as taxas hormonais começam a cair.

Mas ainda não se sabe se os hormônios bioidênticos podem ser usados para prevenção ou se só devem ser usados como tratamento. Além disso, os médicos também não sabem se a simples ingestão desses alimentos já é suficiente para receber os benefícios trazidos pelos hormônios.

Para a nutricionista Céphora Maria Sabarense, professora do Curso Alimentação Saudável, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, esses alimentos são benéficos de qualquer modo, por isso devem ser consumidos. Segundo ela, esse tipo de investigação ajuda a descobrir o real potencial dos alimentos, uma vez que eles detêm várias substâncias importantes para o funcionamento do organismo.

Por: Maria Clara Corsino.

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