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Gases tóxicos geram energia elétrica

Se esses gases, provenientes de aterros sanitários, não fossem utilizados para a produção de energia, significariam 1600 toneladas de poluentes na atmosfera

São produzidos 20 mega watts de energia por hora, o que permite beneficiar cerca de 300 mil pessoas.

Áreas que anteriormente eram utilizadas como aterro sanitário, hoje são usadas para a produção de energia e, consequentemente, preservação ambiental. O lixo acumulado nessas regiões, por meio da utilização de tecnologias, leva eletricidade limpa a muitas pessoas.

Um aterro sanitário localizado em São Paulo é um bom exemplo desse avanço. Ele trata os resíduos e transforma-os em biogás. O lixo libera na atmosfera os gases metano e carbono, poluentes e causadores do efeito estufa. Porém, nesse aterro, após o tratamento, o gás é captado e transformado em combustível para a produção de energia elétrica.

A professora Maeli Estrela Borges, no curso Aterro Sanitário – Planejamento e Implantação, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, explica que “ao se separar a matéria orgânica, reduz-se ainda mais os problemas ambientais, pois essa, ao entrar em decomposição por processo aeróbio ou anaeróbio, vai gerar o biogás”.

Esse processo passa por algumas etapas. Após a captação, o gás é enviado para drenos e, posteriormente, para os trocadores de calor, que têm a função de retirar a umidade do mesmo. Os sopradores, na etapa final, empurram o composto gasoso para os motores da usina. Os gases não aproveitados são queimados, evitando a contaminação do meio ambiente.

O terreno possui 140 hectares, o equivalente a 100 campos de futebol, onde durante 30 anos, aproximadamente 40  milhões de toneladas de lixo produzido pela população paulista foram depositadas. Desde 2007, o aterro não recebe mais detritos.

Atualmente, são produzidos 20 mega watts de energia por hora, o que permite beneficiar cerca de 300 mil pessoas. Se esse gás não fosse utilizado para a produção de energia, ele significaria 1600 toneladas de gás carbônico liberado na atmosfera. Essa tecnologia já é amplamente utilizada em Portugal, na Holanda e nos Estados Unidos.

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