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Fotossíntese com folha artificial gera energia

Imitando a fotossínte, o aparelho tem baixo custo e pode ser operado por mais de 45 horas ininterruptamente, sem perda na produtividade

A folha artificial é cerca de dez vezes mais eficiente na fotossíntese que uma folha normal.

Um grupo de cientistas americanos desenvolveu uma folha capaz de produzir energia elétrica. A experiência foi apresentada na reunião nacional da American Chemical Society, e confirma o empenho de pesquisadores na busca pela fotossíntese artificial.

Descrita pelo líder do estudo, Daniel Nocera, a célula solar é do tamanho de um baralho de cartas, e possibilita a conversão de luz e água em energia. Segundo Nocera, a folha se apresentou como uma fonte de energia de baixo custo. “Nosso objetivo é fazer com que cada casa tenha sua própria geração de eletricidade”, comenta o pesquisador.

O dispositivo é feito de silício, vários componentes eletrônicos e catalisadores, que aceleram as reações químicas. O equipamento é tão eficiente que, colocado em um balde com água sob a luz solar, ele consegue separar seus dois componentes básicos: hidrogênio e oxigênio. Os elementos químicos armazenados em células combustíveis são usados para produzir a eletricidade.

O professor Nelson Maciel, engenheiro eletricista, acredita que esse esforço dos pesquisadores está diretamente relacionado a uma crescente demanda global por energia. “O impacto das políticas energéticas sobre a sociedade e o meio ambiente reforça a necessidade cada vez maior de utilizar uma fonte de energia que possa abastecer a humanidade de forma inesgotável, e que sirva de base para um desenvolvimento sustentável”, diz o professor no curso Energia Solar para o Meio Rural, projetado e elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Essa folha artificial é cerca de dez vezes mais eficiente na fotossíntese que uma folha normal. No entanto, seriam necessários centenas de dispositivos para a produção da mesma quantidade de energia de uma árvore. Mas, já avaliando esse fato, os estudiosos estimam que essa eficiência possa ser multiplicada no futuro. O aparelho pode ser operado por mais de 45 horas ininterruptamente, sem perda na produtividade.

Por: Ariádine Morgan

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