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Emprego para profissionais do setor de confecção de roupas

Faltam trabalhadores para todas as áreas de atuação: modelista, passadoria, corte, costura, entre outras

Sendo um bom profissional, é possível conseguir uma ótima colocação no mercado de trabalho.

Sendo um bom profissional, é possível conseguir uma ótima colocação no mercado de trabalho.

Estamos no outono e o frio já começa a apontar. Para se preparar para o inverno que se aproxima, o ritmo das máquinas nas fábricas de confecção de roupas é intenso. Acelerada também está a necessidade de profissionais para esse setor. Faltam trabalhadores para todas as áreas de atuação: modelista, passadoria, corte, costura, entre outras.

O serviço não é só para esta época do ano. No entanto, nesse ritmo atual, as empresas estão sentindo tanto a falta de pessoas capacitadas que estão dando oportunidade para aquelas que nunca trabalharam. É a oportunidade do primeiro emprego.

Com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro, o comércio ganhou forças. Com isso, muitas lojas abriram ou se expandiram, aumentando ainda mais a demanda por serviços de confecção e atendentes.

Para a especialista em moda, Francisca Sheck, professora dos cursos de Confecção de Roupas, elaborados pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “o costureiro pode atuar em confecções ou montar seu próprio ateliê. No Brasil, o setor de confecções é grande gerador de empregos. Sendo um bom profissional, é possível conseguir uma ótima colocação no mercado de trabalho”.

Em Jacutinga, por exemplo, cidade do interior de Minas Gerais, a produção média é de 5,5 milhões de peças mensais. Neste último ano, foram inauguradas 230 lojas. Só na cidade, o déficit é de 1.800 trabalhadores em várias áreas. A cidade é polo de fabricação de malhas de tricô, sendo responsável por 25% da produção nacional do setor.

Em Monte Sião, outra cidade mineira que faz parte do Circuito das Malhas, são produzidas 6 milhões de peças por mês, com 1.500 malharias, mil lojas e cerca de 800 vagas de empregos. Lá, muitas fábricas estão com máquinas paradas por falta de profissionais.

Além de Monte Sião e Jacutinga, outras três cidades fazem parte do Circuito, que emprega 20 mil pessoas, sendo que tem vaga para mais quatro mil. O setor cresce 20% a cada ano.

Por: Ariádine Morgan

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