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Drenagem linfática pode ser feita durante a gestação

Técnica alivia inchaços, mas não é recomendada nos três primeiros meses da gravidez

Um dos piores incômodos enfrentados pelas gestantes é o inchaço. Com o aumento do peso da barriga, as pernas e os pés começam a sofrer com o acúmulo de líquidos. Para resolver o problema, uma boa solução é a drenagem linfática. Ela ajuda a relaxar, aliviar dores e reduzir o inchaço. Pode ser feita uma a duas vezes por semana, durante quase todo o período de gravidez.

 A drenagem em gestantes ajuda a reduzir o inchaço da gravidez

 A drenagem em gestantes ajuda a reduzir o inchaço da gravidez

A massagem em gestantes é feita com movimentos suaves e lentos, de modo que o profissional direciona o líquido acumulado para os gânglios linfáticos. A técnica melhora a circulação linfática e a sanguínea, a nutrição e a oxigenação das células, reduz o inchaço e as dores, estimula a produção de leite e alivia o estresse.

A drenagem só não é recomendada nos três primeiros meses da gestação. O médico obstetra Luiz Alberto Sobral, em entrevista à Gazeta, esclareceu que neste período a paciente pode ter um aborto espontâneo. Assim, ainda que não exista nenhum caso ligando a drenagem linfática a abortos, é bom evitar qualquer atividade que fuja da rotina.

A fisioterapeuta Roberta Margon explica que a drenagem em gestantes exige mais cuidados, pois, se for feita de forma inadequada, pode ajudar a antecipar o parto. Assim, ela recomenda que o procedimento seja feito apenas por profissionais credenciados. Dores e manchas roxas podem indicar algum problema, pois, ao contrário do que se pensa, a drenagem linfática não causa nenhum desconforto.

Antes de procurar um profissional para realizar o procedimento, é importante consultar um médico. Ele irá garantir que a paciente esteja apta a realizar a drenagem sem riscos à saúde. A técnica também é recomendada para o pós-parto, pois ajuda na recuperação, no emagrecimento e no retorno à forma física. No entanto, só deve ser feita depois da liberação do obstetra.

Por: Maria Clara Corsino.

Fonte: Gazeta Online.

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