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Cultivo protegido é aposta japonesa para agricultura sustentável na próxima década

Dentro de poucos anos, os habitantes urbanos precisarão pensar em maneiras de integrar a produção de alimentos com seu ambiente

São usadas formas de iluminação diferentes para cultivar várias hortaliças, desde arroz a ervas.

Uma plantação de arroz bem no centro de Tóquio! Sim, existe, dentro de uma empresa japonesa de recrutamento para empregos. O ambiente é bucólico e permite o contato com a natureza em um local bastante inusitado. A ideia foi uma iniciativa para fomentar empregos no setor agrícola.

Assim, um dos principais objetivos do projeto é experimentar as últimas tecnologias da horticultura urbana. Uma das técnicas utilizadas é o cultivo hidropônico. O professor José Damião de Jesus Filho, no curso Hidroponia – O Cultivo sem Solo, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, comenta que “o desenvolvimento das técnicas de cultivo protegido, nas últimas décadas, trouxe a possibilidade de controlar algumas condições ambientais, como a incidência de chuva e as baixas temperaturas e, com isso, contribuiu para o desenvolvimento da hidroponia. Esse sistema vem se expandindo em virtude de pesquisas em técnicas mais eficientes de produção, na criação de equipamentos apropriados e na nutrição das plantas, com a criação de fórmulas específicas para diversas culturas”.

Além disso, é desenvolvida a agricultura com solo customizado e empregadas uma variedade de luzes para a plantação. Luzes de LED, por exemplo, são usada para o cultivo de flores, com diferentes cumprimentos de ondas. Salas distintas usam formas de iluminação diferentes para cultivar várias hortaliças, desde arroz a ervas, frutas e vegetais. A temperatura é rigorosamente controlada, a fim de otimizar as condições do ambiente.

Embora alguns críticos afirmem que o uso de luz e equipamentos para controlar o ambiente de cultivo seja insustentável, essa técnica tem muitas vantagens. Uma delas é não exigir o transporte de produtos para longas distâncias, consumindo grande quantidade de combustível durante o processo e liberando dióxido de carbono na atmosfera. Soma-se a isso o fato de que, a produção em ambiente controlado torna a cultura mais protegida, e as plantações crescem, geralmente, mais rápido que as plantadas em ambiente aberto. Também não há riscos de desastres naturais, permitindo uma colheita sistematizada.

Segundo o Departamento de Economia e Relações Sociais das Nações Unidas, cerca de 70% da população mundial estará vivendo em áreas urbanas até o ano de 2050. Pensando na autossustentabilidade e na proteção ambiental, os habitantes das cidades precisarão desenvolver maneiras de integrar a produção de alimentos em seu ambiente. Seja por meio das tecnologias citadas ou por métodos mais convencionais, como os telhado verdes.

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