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Chia é a mais nova aposta para uma alimentação saudável

A sálvia hispânica virou moda no mercado de alimentos super nutritivos

 

A semente da chia é consumida como ingrediente de pães, bolos, iogurtes e até em comida para bebês. Foto: reprodução.

O mercado de alimentos muito nutritivos, as chamadas “super comidas”, tem crescido bastante. Aumentou a procura por alimentos saudáveis e naturais, como chás, açaí, cereais, iogurtes reforçados com fibras e bactérias benéficas, entre outros. Isso é resultado da busca por alimentos mais saudáveis, que combatem e previnem doenças e até prometem aumentar a longevidade.

Uma substância que tem se destacado no mercado mundial e ganhado espaço no Brasil é a chia, também conhecida como sálvia hispânica. Ela é de origem mexicana, da família da menta e é muito rica em fibras, minerais e ômega 3. Muitos entusiastas da boa alimentação a divulgam como o melhor dos “super alimentos”, com efeito milagroso.

Apesar das grandes promessas nutricionais, alguns se desanimam com o preço da chia. Um pacote de um quilo pode custar até 80 reais. Além disso, ela ainda não foi completamente regulamentada em vários países. Na Grã-Bretanha, por exemplo, o uso só é permitido na fabricação de pães integrais. No Brasil, ela pode ser encontrada em casas especializadas em alimentos naturais, mas com distribuição limitada.

Já os Estados Unidos, por enquanto, são os mais entusiasmados. O país possui 34 produtos diferentes no mercado com esse componente. Entre eles, estão temperos, lanches, iogurtes, balas e até comida para bebês. A promessa dos fabricantes é de redução no colesterol e no risco de doenças cardíacas, além de evitar o envelhecimento precoce, diminuir a perda de gordura e aumentar a massa magra.

Mesmo com tanto sucesso na indústria e entre alguns consumidores, os nutricionistas se mantêm receosos. A nutricionista Elisabeth Weichselbaum, da Fundação Britânica de Nutrição, disse que não acredita em nenhum tipo de “super alimento”. Para ela, ainda que alguns forneçam maiores quantidades de vitaminas e minerais, a prioridade é manter uma alimentação variada.

É o que defende também a pesquisadora Catherine Ulbricht, da Natural Standard Research Collaboration. Segundo ela, as pessoas não devem considerar a chia um alimento milagroso. O mais importante, de acordo com a pesquisadora, é variar a alimentação e evitar o uso abusivo de um único alimento, pois em excesso ele pode trazer efeitos colaterais.

Por: Maria Clara Corsino.

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