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Café brasileiro na Copa do Mundo

Marca brasileira de café teve seu símbolo bordado na camisa da seleção na copa de 1982

Depois da colheita, não se podem melhorar os padrões de aroma e sabor de um mesmo lote de café.

 

Depois da colheita, não se podem melhorar os padrões de aroma e sabor de um mesmo lote de café.

 

Agora a disputa do futebol brasileiro é para garantir uma vaga nas quartas de final da Copa 2010. O  patriotismo está estampando nas ruas, carros, residências e roupas com o nosso verde e amarelo. Em cada jogo, os olhos ficam colados nas imagens que a qualquer momento podem soltar aquele grito de gol preso na garganta.

Nestes dias, em que o povo brasileiro se volta para a África do Sul, a Embrapa Café relembra  a Copa de 1982, na Espanha. Naquele ano, uma marca brasileira de café representava tanto o Brasil, que seu símbolo foi bordado na camisa da seleção.

De acordo com o professor e pesquisador da INCAPER Romário Gava Ferrão, no curso Como Produzir Café Conilon, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “dentre as espécies conhecidas de café, a coffea arabica e  a coffea canephora, na variedade robusta, são as duas mais importantes, pois representam praticamente todo o café produzido e comercializado no mundo”. O Brasil é o terceiro produtor mundial de café robusta, depois do Vietnã e da Indonésia, sendo que cerca de 1/3 do café produzido nacionalmente é dessa espécie. O estado do Espírito Santo é o principal produtor do café conilon, detendo 70% da produção nacional da espécie.

Normalmente, a qualidade do café encontra-se associada às condições de clima e de solo onde as lavouras encontram-se implantadas, e às formas de pré-processamento do produto. As operações praticadas no momento da colheita, do transporte, do pré-processamento e do armazenamento, se não forem realizadas com muito critério e conhecimentos técnicos, poderão causar grandes perdas na qualidade do café.

Assim, de nada adianta o agricultor escolher uma excelente variedade, cultivá-la em um local com altitude e condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento e praticar todos os tratos culturais necessários, se desde a colheita até o armazenamento do produto, as técnicas corretas de pré-processamento não forem adotadas. Vale lembrar que, depois da colheita, não se podem melhorar os padrões de aroma e sabor de um mesmo lote de café.

Por: Ariádine Morgan

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