Aumente sua lucratividade por área com associação de pastagens

A integração no pastejo pode ser feita entre diferentes espécies de ruminantes, como ovinos, equinos e bovinos

O uso de alternância ou rotação de pastagens tem como vantagem um melhor controle sobre parasitas, principalmente os endoparasitas que atacam os cordeiros.

O uso de alternância ou rotação de pastagens tem como vantagem um melhor controle sobre parasitas, principalmente os endoparasitas que atacam os cordeiros.

A integração de ovinos com outras espécies de animais no pastejo pode ser uma boa forma de explorar melhor o pasto e melhorar o manejo da forrageira, considerando que os hábitos de pastejo são diferentes. Pode-se realizar a integração entre diferentes espécies de ruminantes, tanto bovinos quanto equinos.

O Dr. Edson Ramos de Siqueira, no curso Formação e Manejo de Pastagens para Ovinos, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, apresenta vários objetivos do pastejo múltiplo. Um deles é o controle biológico de plantas indesejáveis ou tóxicas para uma classe de herbívoros, mas que é considerada forragem para outra.

A integração com bovinos pode ser feita de várias maneiras. “Se o pastejo é contínuo, os animais podem ser mantidos em áreas comuns, lado a lado, todo o tempo. Se há pelo menos dois pastos, pode-se fazer a alternância de pastejo, ficando ovinos e bovinos em pastos vizinhos e fazendo a troca periodicamente”, explica Siqueira, professor da Unesp.

Os bovinos têm dificuldade em apreender forragem com menos de 20 cm de altura. Entretanto, determinadas forrageiras podem ser cortadas até dez centímetros, como as braquiárias, ou mesmo cinco centímetros, como a maioria das gramas. Essa altura é ideal para a alimentação dos ovinos, que irão aproveitar a pastagem não consumida pelos bovinos. Segundo Siqueira, isso representa aumento de lucratividade por área.

O uso de alternância ou rotação de pastagens também  trará como vantagem um melhor controle sobre parasitas, principalmente os endoparasitas que atacam os cordeiros. “Dessa forma, é viável a recria e terminação a pasto, com bons índices de produção”, conclui Siqueira.

Por: Ariádine Morgan

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