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Elis (2016)

A vida de Elis Regina - indiscutivelmente a maior cantora brasileira de todos os tempos -, é contada nesta cinebiografia em ritmo energético e pulsante

Elis - O Filme

Cantora desde a infância, Elis Regina Carvalho Costa (Andreia Horta) entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado), com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a "Pimentinha" não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos. Leia uma breve crítica abaixo:
 
Uma biografia sobre Elis Regina é um projeto de grande responsabilidade, tanto por sua importância na cultura nacional quanto pelo temperamento explosivo e pelo fim trágico da cantora. A decisão de contar a trajetória da adolescência à morte, com uma única atriz no papel principal, adiciona um risco à narrativa. Como dar conta de tantas reviravoltas na carreira musical, na vida amorosa, na relação política com o país? Realizando a aposta tradicional, ou seja, destacando os pontos mais importantes de sua carreira.
 
Com uma linguagem visual de fácil assimilação, o longo nasce com as características que criaram alguns dos sucessos de bilheteria nacional: cara de TV, sem que haja a necessidade de apertar as feridas do personagem retratado. O longa apresenta nomes conhecidos da televisão, como: Andréia Horta, Caco Ciocler, Lúcio Mauro Filho, Gustavo Machado e Ícaro Silva.
 
A intenção pedagógica é coroada pelos diálogos explicativos, claramente pensado no público médio, na audiência acostumada à linguagem televisiva e carente de explicações, com o som sublinhando a imagem. O mesmo vale para a trilha: quando Elis está triste, entra uma canção melancólica da cantora, quando está eufórica, entra uma canção alegre.  
 
De modo geral, Elis demonstra produção afiada e vontade sincera de homenagear a artista, mas o projeto é prejudicado pelo roteiro esquemático e pela direção de Hugo Prata. O diretor força a mão nas cenas mais sentimentais – as rupturas amorosas e a morte da cantora são particularmente novelescas – enquanto alivia elementos essenciais na vida da biografada, como o consumo de drogas, discretíssimo, e a pressão do regime militar, sintetizada numa cena tão branda que beira o desrespeito com a memória do país. Elis, o filme não possui a coragem e ousadia de Elis, a cantora.

Elis: Nov/2016
 
Nacionalidade: Brasil
 
Gênero: Drama, Biografia
 
Direção: Hugo Prata
 
Roteiro: Hugo Prata, Vera Egito, Luiz Bolognesi
 
Elenco: Andréia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado, Lúcio Mauro Filho, Natallia Rodrigues, Zecarlos Machado, Júlio Andrade, Rodrigo Pandolfo.

Por Ana Carolina dos Santos.


Fonte: Adoro Cinema, Omelete, Folha Uol.

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