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Pastagens degradadas

Saiba como diagnosticar e recuperar áreas de pastagens degradadas

As pastagens degradadas trazem um grande prejuízo econômico e social para uma determinada região ou propriedade.

As pastagens degradadas trazem um grande prejuízo econômico e social para uma determinada região ou propriedade.

A pastagem degrada pode ser caracterizada pelos parâmetros: perda do vigor, da produtividade, da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis da produção e da qualidade exigida pelos animais; além disso, não supera os efeitos nocivos de pragas, doenças e plantas invasoras.

As pastagens degradadas trazem um grande prejuízo econômico e social para uma determinada região ou propriedade.

Nos anos setenta e oitenta, do século passado, a maioria dos plantios feitos em solos de mata tropical não teve uma correção da fertilidade do solo; e, nas áreas de cerrado, os plantios foram feitos após o plantio de culturas anuais, principalmente o arroz. Sem o uso de adubação de manutenção da fertilidade do solo e com os erros na adequação das taxas de lotação animal (seja o subpastejo, seja o superpastejo), ou o uso de espécies forrageiras inadequadas para as condições edafoclimáticas da região, deu-se início a uma queda do potencial de produção das pastagens da ordem de 6 a 20% ao ano. Esta variação é devido às diferenças de solo e de manejo de cada propriedade.

Ao mesmo tempo, estima-se que 80% das áreas destinadas às pastagens no Brasil apresentam algum estágio de degradação. E com base em vários estudos sobre as causas da degradação das pastagens, conseguimos reunir as principais citadas, como:

- plantio de espécies forrageiras não adaptadas às condições edafoclimáticas (tipo de solo e clima) da região;

- plantio incorreto da pastagem;

- manejo incorreto da pastagem durante o seu estabelecimento e durante a sua condução;

- queima frequente;

- falta de diversificação que provoca o desenvolvimento rápido de pragas das pastagens (exemplo: cigarrinha das pastagens);

- infestação por plantas invasoras;

- incompatibilidade de espécies consorciadas; e

- cultivo da pastagem em solos com baixa fertilidade natural ou em solos antes férteis, mas já esgotados.

A degradação precisa ser revertida para garantir a produtividade e a viabilidade econômica da pecuária.

A degradação de pastagens podem ser classificadas em três estágios:

Primeiro estágio: caracteriza-se pela redução da população da forrageira; e outras espécies invasoras menos preferidas pelos animais, começando assim a surgir partes descobertas do solo. Nesta fase, com o solo descoberto, inicia-se o processo de erosão.

Segundo estágio: a espécie forrageira mais consumida começa a desaparecer e outras forrageiras menos apreciadas pelos animais inciam o domínio da área.

Terceiro estágio: a pastagem é tomada pelas espécies invasoras e aumenta a perda de solo e erosão.

 

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