Alimentação de ovinos: qual o melhor capim no Nordeste?

Em um clima quente e seco, é preciso escolher espécies que mais se adaptem a essas condições e que sejam nutritivas para os animais

Ovino comendo

Edson Ramos, professor do Curso a Distância CPT Alimentação de Ovinos de Corte, anuncia que a alimentação do rebanho é fundamental, pois interfere diretamente no ganho de peso dos animais, na secreção do leite, no trabalho muscular e na acumulação de gordura, tornando necessário o entendimento por parte dos produtores de que o manejo nutricional é o responsável pelo sucesso da produção de ovinos.

As pastagens constituem a base natural da alimentação dos animais ruminantes, sendo considerada a principal e mais econômica fonte de nutrientes, em virtude da capacidade desses animais de ingerir e digerir alimentos fibrosos. A partir disso, o manejo da pastagem é essencial para o sucesso da ovinocultura, visto que a produção de carne e leite de um rebanho ovino está diretamente relacionada a qualidade nutricional e disponibilidade das forragens.

No Nordeste, onde há predomínio do clima quente e seco, qual o capim a ser oferecido, com as melhores características, aos ovinos?

As opções são várias, com forrageiras que se destacam pela boa produtividade, persistência, facilidade de plantio, elevado valor nutritivo e tolerância à seca, que predomina nessa região:

- O capim-búffel, que apresenta profundidade da raiz, possui uma boa capacidade de acumular reservas orgânicas, além de conseguir crescendo em locais com poucos períodos chuvosos.

- O capim-gramão, por sua vez, é ideal para a formação de pastagens cultivadas, enriquecimento de pastagens nativas e produção de feno.

- Além de apresentar tolerância à seca, o capim-andropogon também tolera solos que possuam baixa fertilidade natural. Mas, pelo rápido crescimento do seu colmo, requer uma entrada dos animais mais precoce, para evitar que perca suas propriedades nutricionais.

- O capim-massai e o capim-tamani, são ideais para enriquecer pastagens nativas de diferimento, podendo ser usado na época seca dada a facilidade de cultivo e grande produção de folhas.

Em todos os casos, é importante ressaltar que o estabelecimento dessas gramíneas deverá ser feito durante o período chuvoso, com a adoção de medidas para maximizar a produção, como análise do solo, tratos culturais e manejo do pastejo por meio de práticas de promovam a rápida rebrotação e vigor das plantas forrageiras, de forma a manter a perenidade do pasto.



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Fonte: Roberto Cláudio Pompeu para Revista Globo Rural – revistagloborural.globo.com
por Renato Rodrigues

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