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A digestão nos bovinos

O processo de digestão nos bovinos é o retorno do bolo alimentar do rúmen para a boca, onde é submetido a uma nova mastigação diminuindo as partículas ingeridas e melhorando o desempenho da digestão

A digestão nos bovinos - Aproximadamente metade dos nutrientes ingeridos por um bovino é usado para sua mantença. O restante é destinado à produção de leite ou de carne (ganho de peso)

Aproximadamente metade dos nutrientes ingeridos por um bovino é usado para sua mantença. O restante é destinado à produção de leite ou de carne (ganho de peso).

Os bovinos têm, em seu aparelho digestivo, o rúmen e o retículo, dois órgãos onde bactérias e protozoários fazem a maior parte da digestão das fibras, liberando energia, proteínas, minerais e vitaminas. É a chamada digestão microbiana. Mas, eles também têm um estômago normal, onde os alimentos não-fibrosos e o produto do alimento processado no rúmen são digeridos.

Durante a digestão, parte do material que está no rúmen é regurgitado para a boca do animal, sendo novamente mastigado, num processo conhecido como ruminação, no qual o alimento é reduzido a partículas bem pequenas. Na ruminação, o tamanho das partículas das folhas, dos talos e outras fibras ingeridas, quando da preensão da forragem, são reduzidos, o que leva a um aumento do desempenho da digestão.

Para que o rúmen funcione normalmente, pelo menos 30% da matéria seca total ingerida pelo animal deverá ser proveniente de alimentos fibrosos que são os volumosos. Se o volumoso consumido não é suficiente, ocorre um aumento da concentração de ácido lático no rúmen, o que causa distúrbios fisiológicos indesejáveis.

Aproximadamente metade dos nutrientes ingeridos por um bovino é usado para sua mantença. O restante é destinado à produção de leite ou de carne (ganho de peso).

Devemos considerar também que os bovinos podem ser alimentados exclusivamente com volumosos, mas não podem ser alimentados exclusivamente por concentrados, apesar da maior qualidade nutricional desses alimentos.

Outro aspecto a considerar é a digestibilidade dos alimentos. É preciso levar em conta que a digestão da fração seca do alimento varia conforme a espécie animal que a consome. A taxa de digestão de um alimento é chamada de digestibilidade, cuja variação é verificada pela quantidade de nutrientes – proteínas, energia e vitaminas – aproveitados efetivamente pelo animal, e que não se perderam nas fezes.

Quanto menor a digestibilidade de um alimento mais lento é seu processo de digestão. Isso determina que o aparelho digestivo do animal permaneça mais tempo cheio, reduzindo o consumo de novas porções de alimento. Além disso, as perdas de nutrientes nas fezes são maiores.

Se a digestibilidade é alta, ao contrário, os nutrientes são mais bem aproveitados, a digestão é mais rápida, abrindo espaço no aparelho digestivo para ingestão de maior quantidade de alimentos. Isso nos leva a concluir que a qualidade do alimento tem relação direta com a facilidade da digestão de uma dada espécie.

 

 

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