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Principais erros de quem usa freio a disco na bicicleta

Esses erros podem comprometer a segurança do ciclista

Freio a disco de bicicleta

Com a crescente escolha de ciclistas pelos freios a disco na bicicleta, eles se popularizaram e são bastante comuns. Porém, alguns erros simples podem comprometê-los e até colocar em risco o ciclistas. De forma geral, esses discos são desenvolvidos para bicicletas de passeio e moutain bikes de entrada.

Alcenir Junior, professor do Curso a Distância CPT Bicicletas – Escolha, Regulagem e Manutenção, em Livro+DVD e Curso Online, explica o funcionamento do freio a disco: nesse tipo, somente uma pastilha se move para pressionar ou prensar o disco, enquanto a outra é fixa. Como uma pastilha é fixa, para que o disco possa ser prensado, ele deve ser deslocado por cerca de 2 mm. Para isso, ele tem de ser flexível e não deve apresentar resistência quando o freio for acionado. Ocorre que, quando a pastilha fixa estiver muito longe do disco, para acionar o freio, ele sofre grande torção e ultrapassa o limite de sua flexibilidade, tornando o freio pouco eficiente e ainda pode empenar o disco. Portanto, o freio a disco mecânico, para que funcione bem deve estar bem regulado, com o disco fixo bastante próximo do disco, cerca de 1 mm de distância.

Listamos os principais erros que os ciclistas que utilizam freio a disco cometem. São esses:


Não conferir o desgaste das pastilhas


As pastilhas precisam ser trocadas sempre que atingirem aproximadamente 60% de desgaste, para o funcionamento eficiente dos freios.


Não trocar os rotores gastos


Igual às pastilhas, os rotores também sofrem desgaste e precisam ser trocados, pois os deteriorados comprometem a eficiência da frenagem.


Tocar a superfície do rotor com os dedos ou outra parte do corpo


Além da contaminação do rotor com as substâncias presentes na pele, eles podem causar queimaduras, pois sua temperatura aumenta muito após a frenagem.


Tentar desempenar rotores sem as ferramentas necessárias


Em casos de emergência, tentar desempenar com a mão pode até quebrar um galho, mas o realinhamento correto deve ser feito com as ferramentas adequadas.


Não realizar o burn-in das pastilhas novas


As pastilhas novas precisam passar pelo processo de “burn-in” ou queima, pois, a partir dele, se moldam à superfície dos rotores.


Contaminar pastilhas e/ou rotor


Quando qualquer substância entrar em contato com algum desses componentes, é imprescindível realizar a limpeza correta, pois, caso o contrário, eles ficam irrecuperáveis.


Não realizar a sangria do sistema hidráulico


A troca do fluido de acionamento deve ser feita periodicamente, pois, com o tempo ele perde a sua característica principal, que é a incompressibilidade.



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Leia mais sobre o assunto:


- Os tipos de graxa para a manutenção de bicicletas

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- Bicicleta com quadro de fibra de carbono: vantagens e desvantagens

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Fonte: MTB Brasília – mtbbrasilia.com.br


por Renato Rodrigues

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