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Como alimentar pessoas com a doença de Alzheimer?

A intervenção nutricional ao paciente com Doença de Alzheimer faz parte do cuidado integral, devendo ser dispensada uma especial atenção

Como alimentar pessoas com a doença de Alzeimer?   Artigos Cursos CPT

 

A intervenção nutricional ao paciente com Doença de Alzheimer faz parte do cuidado integral, devendo ser dispensada uma especial atenção, considerando que a elevada prevalência de desvio nutricional na população idosa vem sendo demonstrada por meio de diferentes estudos, em vários países, onde a desnutrição, o sobrepeso e a obesidade predominam sobre os indivíduos eutróficos, afirma Renan Sallazar, professor responsável pelo Curso a Distância CPT Capacitação de Cuidador de Idosos, em Livro+DVD e Curso Online.

Práticas alimentares

Algumas recomendações gerais são sugeridas para auxiliar o paciente no tratamento com Doença de Alzheimer:


- Não peça para a pessoa escolher os itens do cardápio, pois pode se sentir incapaz de transmitir seus desejos.
- Deixe que o paciente o imite na hora das refeições, no princípio, pois ele pode ter se esquecido como utilizar os utensílios, momentaneamente.
- Para os pacientes que ainda são capazes de se alimentar sozinhos, coloque uma toalha umedecida embaixo do prato para prevenir deslizes, e babadores para adultos.
- Somente remova garfos e facas, quando perceber que o paciente realmente não mais tem condição de usá-los. Retirá-los prematuramente pode aumentar a falta de habilidade e a agitação, levando-o à perda de peso.
- Minimize ao máximo as distrações, durante as refeições, controlando o barulho durante as mesmas (desligue a televisão e coloque música suave, mas, se perceber que a agitação do paciente está aumentando, desligue imediatamente).
- Retire plantas e flores da mesa ou da bandeja do idoso. Hiperoralidade é um sintoma comum.
- Pacientes com apraxia talvez precisem que sua mão esteja sobreposta à deles para iniciar o contato com o utensílio, normalmente colher.
- Utilize guardanapos de pano, pois, em decorrência do julgamento prejudicado, os pacientes podem ingerir os de papel.
- Facilite a refeição, retirando cascas e ossos dos alimentos oferecidos.
- Já que o poder de julgamento está afetado, as refeições devem ter uma excelente apresentação, através de cores e formas.
- Tente preparar os alimentos da forma mais familiar possível a ele, especialmente seus favoritos.
- A temperatura dos alimentos deve ser checada para evitar que os pacientes queimem a boca. Eles podem não entender o desconforto e tornarem-se mais agitados.
- Alimentos crus e secos devem ser evitados, pois o perigo de engasgos é maior.
- Os temperos devem ser suaves e os molhos picantes, evitados.
- Ofereça líquido a cada duas horas, para manter a hidratação adequada.

Em ocorrência de mastigação constante, lembrar ao paciente quando parar de mastigar, após engolir cada pedaço, pois é comum que continue. Servir alimentos que reduzirão a necessidade de mastigar, amassando-os, passando-os em peneira ou cortando-os em pequenos pedaços. Quando permanecer combativo, arremessando alimentos, identifique o agente provocador e tente removê-lo.

Em caso de o paciente comer objetos não comestíveis, removê-los do alcance, para evitar que o paciente os confunda. Quando o paciente come muito rápido, utilizar colher infantil ou xícara, de modo a oferecer pequenas quantidades por vez. Já, quando o paciente come (muito devagar), monitorar cada passo da alimentação, usando palavras como “mastigue”, “coma mais um pedaço” o estimule-o a comer um pouco mais rápido.

Caso o paciente se esqueça de engolir, diga ao mesmo para engolir após cada mastigação, perceber se o paciente engoliu, antes de oferecer o próximo pedaço para que não haja engasgos e observe sua garganta, para se certificar de que realmente está engolindo. Caso o paciente brinque com os alimentos, sirva um alimento por vez, reduzindo a empolgação.

Se o paciente é propenso a apresentar mania de cuspir o alimento, avalie a habilidade de mastigação e deglutição, pois o paciente pode estar apresentando comprometimento na deglutição.

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

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Por Silvana Teixeira.

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