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Penteados: da antiguidade aos dias atuais

Conforme o estilo das mechas, é possível identificar os costumes de uma época

 

Penteados

  Na hora em que a cliente estiver na sua frente é que você vai estudar qual é a melhor técnica a ser usada

Os penteados surgiram por meio da criatividade dos gregos. As estátuas gregas, as pinturas expostas nos museus e as coleções privadas são provas disso. Além disso, conforme o estilo dos fios, por exemplo, é possível descobrir costumes de uma época, de classes sociais ou de grupos definidos, como os hippies, os yuppies ou os punks. Os yuppies têm um estilo próprio que é reconhecido a distância pelo seu jeito de vestir e pentear os cabelos sempre modernos.

“Como a arte de fazer penteados é bem subjetiva, ou seja, na hora em que a cliente estiver na sua frente é que você vai estudar qual é a melhor técnica a ser usada e o tipo de penteado que ficará bem nela”, afirma Mitsue Ávila Watanabe, professora do curso Como Fazer Penteados, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Penteados na civilização suméria

Na suméria, as mulheres usavam os seus cabelos em coque (chignon pesado). Da mesma forma, usavam tranças em torno da cabeça, caindo sobre os ombros, pois os cabelos eram bem longos. Estas pulverizavam as mechas com um pó de ouro ou amido amarelo, que tinha perfume. Também usavam presilhas de ouro e outros ornamentos.

Penteados no Antigo Egito

O homem e a mulher, nobres do Antigo Egito, prendiam seus cabelos com grampos ou enfeites. Alguns homens costumavam raspar as cabeças com navalhas de bronze, devido ao clima quente, por ser mais agradável e higiênico. Da mesma forma, para proteger do sol, usavam perucas pesadas, geralmente pretas e curtas, cacheadas ou onduladas, ou ainda em tranças. Sempre adornadas com botões em marfim, faixas, flores frescas ou ornamentos em ouro.

Penteados na Grécia antiga

As mulheres gregas puxavam os cabelos longos para trás, bem frouxos. Ou então os prendiam com um coque chignon. Depois passaram a fazer coques redondos, além de ondularem os cabelos. Algumas mulheres tingiam seus cabelos de vermelho, azul, pulverizavam com pó de ouro branco, ou pó vermelho, e outras enfeitavam com flores, fitas e tiaras com pedras preciosas. Da mesma forma, os cabelos eram perfumados com óleos raros e preciosos.

Penteados no Império Romano

Os romanos usavam os serviços de cabeleireiros, chamados de cometae. As classes superiores ondulavam os cabelos. As mulheres tingiam seus cabelos com sabão amarelo ou usavam perucas na cor marfim. Os homens romanos empoavam seus cabelos com poeira do pó colorido ou do ouro. Muitos usavam remédios ou loções contra a calvície e se preocupavam muito com os cabelos.

Penteados na Idade Média

O moralismo do cristianismo obrigou as mulheres a esconder os cabelos por baixo de toucas por alguns séculos. As mulheres da corte e dos feudos só podiam ficar sem touca longe dos  homens. Para a igreja, os cabelos representavam a parte erótica na mulher. Por isso, era comum elas rasparem a cabeça na linha da testa, das orelhas e da nuca, para que nada aparecesse quando a touca saísse do lugar.

Penteados do século XVIII

Empoar o cabelo (cobri-lo com pó de farinha de trigo para dar o efeito branco) era o costume entre homens e as mulheres da corte de  muitos países, o que acabou gerando uma crise do abastecimento de trigo para fabricação de alimentos. Na Inglaterra, a solução foi cobrar impostos  aos cabeleireiros. As mulheres usavam cachos  caídos  na  nuca,  descuidadamente, como Nion, cortesã da época. Tempos depois, passaram a usar os cabelos como uma trunfa altíssima, os chamados fontages, chegando aos 80 cm de altura. Após trinta anos, passaram a usar cachos presos na nuca, alguns deles caindo pelas costas, espalhados.

Penteados do Século XIX

Nessa época, o volume dos cabelos era muito valorizado. Até que Marcel Grateau criou o ferro quente para enrolar os cabelos, surgindo assim os permanentes. Esse método mantinha as ondas nos cabelos por mais tempo.

Penteados do Século XX

Com a Primeira Guerra Mundial, os cabelos passaram a ficar mais curtos. Seguindo a moda, Coco Channel cortou os cabelos curtos e lançou o formato reto com franja, chamado Corte Chanel. Outro penteado popular era o à la garçonne, curto e com um fio de  pega rapaz colado à testa.

Nos anos 50, os homens usam topete alto com cabelos curtos. Já as mulheres copiavam os cabelos de Marilyn Monroe e Audrey Hepburn. Também eram muito usados os rabos-de-cavalo, as franjas e as tranças, ou então os cabelos soltos com um pouco de volume.

Nos anos 60, predominavam os coques e o corte “joãozinho”, supercurto, divulgado pela modelo inglesa Twiggy. Também os modelos altos eram preferido, usando-se muito laquê para que os coques ficassem realmente grandes. Apliques, como palha de aço, ream usados par aumentar o volume. Nessa época surgiu o coque banana, um clássico dos penteados.

Nos anos 70, os cabelos ganharam um estilo mais natural, usado pelos hippies. Estes usavam flores ou fitas nos cabelos para enfeitá-los. Já os do movimento Black Power usavam os cabelos armados e com muito volume.

Nos anos 80, os cabelos ganharam bastante volume. Os homens usavam os cabelos despenteados, ou com o aspecto molhado (gel ou mousse).

Nos anos 90, os cabelos ganharam mais simplicidade, estilo Cindy Crawford. Outros usavam os cabelos lisos e sem volume, com mechas marcadas em três ou mais  cores.

Penteados do século XXI

Hoje não há modismo, mas tendências. Os cabelos são usados para a beleza e sedução. Um cabelo saudável, longo e com um bom corte mostra força, posição  social e poder.   

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Por Andréa Oliveira

 

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