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Reposição florestal como forma de preservação dos recursos naturais

A reposição florestal contribui para a preservação das florestas e também para a diminuição da degradação na propriedade rural, proporcionando ganhos financeiros

 

 A madeira do eucalipto está cada vez mais valorizada, com demanda crescente, o que favorece o cultivo de florestas renováveis que, além de preservar o meio ambiente, criam empregos.

 

Por causa da crescente demanda de madeira para diversos fins, tem-se aumentado a pressão sobre florestas nativas, promovendo redução contínua e acelerada das matas. O corte dessas florestas tem sido feito sem critérios técnicos, pondo em risco a extinção de várias espécies vegetais de grande valor e promovendo grande desmatamento de áreas florestais.

 A maior parte da exploração madeireira na Amazônia ainda é praticada de forma destrutiva, focada em uma visão comercial e imediatista. Atualmente, 80% da exploração é feita de forma ilegal, em áreas onde a retirada das árvores não foi previamente autorizada pelo órgão governamental responsável, o IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Além das políticas de manejo sustentável das florestas brasileiras, que é embasado em uma exploração racional dos recursos com impacto ambiental reduzido, a reposição florestal se mostra como forma de recuperação das áreas desmatadas, que são manejadas, a posteriori, de forma sustentável. Madeira e outros produtos podem ser explorados, como óleos, resinas, frutos e sementes.

A Reposição Florestal é regulamentada pela Resolução 002 (21/12/1992) e pela Portaria 31 (08/04/1996). Essa ação é entendida como o conjunto de medidas desenvolvidas para estabelecer a continuidade do abastecimento de matéria-prima florestal aos diversos segmentos consumidores, por meio da obrigatoriedade da recomposição do volume explorado, mediante o plantio de espécies florestais adequadas (exóticas e/ou nativas), cuja produção seja, no mínimo, equivalente à exploração, supressão, utilização, transformação ou consumo.

Essa obrigação estende-se às pessoas físicas ou jurídicas que necessitem de matéria-prima florestal, em atividades da indústria madeireira; na indústria de celulose e papel; pelos consumidores de lenha e carvão vegetal, como fonte de energia; pelos produtores e atacadistas de lenha e carvão vegetal; nas atividades da construção civil; entre outros.

De acordo com o professor Haroldo Nogueira Paiva, coordenador do curso Cultivo de eucalipto em pequenas propriedades, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “a implantação de florestas homogêneas, como as de eucalipto, constituí alternativa viável para a redução da pressão exercida sobre as florestas nativas”.

A cultura do eucalipto, que é uma opção para atender à demanda de madeira, teve grande impulso nesses últimos 30 anos, graças à vasta rede experimental instalada por órgãos públicos e empresas particulares. Por meio desses estudos, tem-se conseguido, a cada ano, melhoria das técnicas silviculturais e melhoria do material genético, proporcionando ganhos significativos de produtividade, que contribuíram para a projeção mundial no setor florestal.

O curso Reposição Florestal - como conservar recursos naturais com rentabilidade, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, é uma oportunidade para sitiantes e fazendeiros interessados em diminuir a degradação dos dois principais recursos de uma propriedade rural: o solo e a água, obtendo ganhos financeiros, seja diretamente da exploração florestal, seja da agricultura e da pecuária, associadas às atividades silviculturais, além de contribuírem para a preservação das florestas brasileiras. No curso você receberá informações dos pesquisadores da EMATER do Paraná e do Centro de Pesquisa Agroflorestal da EMBRAPA, também, da Associação de Recuperação Florestal do Médio Tietê.

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On Line de Viçosa, filiada à ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância. 

O mercado para a madeira vem crescendo ano a ano e não será limitado às indústrias consumidoras de carvão vegetal ou produtoras de celulose. A madeira do eucalipto está cada vez mais valorizada, com demanda crescente. A oferta e a procura andam em descompasso, o que favorece o cultivo de florestas renováveis que, além de preservar o meio ambiente, criam empregos.

A reposição florestal tem grande importância no atendimento das necessidades mercadológicas de exploração da madeira, além de contribuir para preservação e manutenção dos recursos florestais brasileiros.

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Comentários

Vanessa

28 de out. de 2021

É verdade mesmo que o desmatamento é muito ruim

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