WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Central de Vendas (31) 3899-7000
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Black Friday 30%OFF nos cursos online 15% OFF nos cursos em livro+DVD + 5% OFF extra no cartão de crédito

Como fazer mudas de pimenta-do-reino

O método convencional de preparo de mudas é aquele que utiliza estacas semilenhosas com três ou quatro nós. As hastes para estaquia devem ser retiradas de plantas jovens com dois a quatro anos de idade

Como fazer mudas de pimenta-do-reino   Artigos CPT

O método convencional de preparo de mudas é aquele que utiliza estacas semilenhosas com três ou quatro nós. As hastes para estaquia devem ser retiradas de plantas jovens com dois a quatro anos de idade. "As plantas matrizes devem ser vigorosas, sadias, produtivas e de bom aspecto fitossanitário", explica Prof. Barachisio Lisboa Casali, do Curso CPT Produção e Processamento de Pimenta-do-Reino.

Estacas com boas características são provenientes de ramos de crescimento (ortotrópicos), localizados junto ao tutor e que apresentam raízes de fixação ao mesmo. Os ramos devem ter coloração verde e de 0,5 a 1 cm de diâmetro, preferencialmente com uma folha cortada ao meio no nó superior.

A retirada dos ramos é feita usando tesoura de poda, cortando-se a pimenteira aproximadamente a 1 m do solo. A época ideal para a sua retirada é no período pós-chuva e, se possível, antes da floração. Após o corte dos ramos, deve-se proceder à retirada de ramos produtivos, que não servem para a produção de mudas. Em seguida, as estacas devem ser mergulhadas em solução à base de Benomyl a 1% (10 g de Benomyl para 10 L de água), durante 10 min.

A seguir, as estacas devem ser colocadas para enraizar em leito de enraizamento por 10 a 20 dias. O leito pode ser preenchido com areia lavada, casca de arroz carbonizada, pó de serra, vermiculita, dentre outros materiais. Deve-se enterrar dois ou três nós, deixando apenas um ou dois acima da superfície.

Os leitos de enraizamento devem ser cobertos para proteção contra a insolação excessiva. Devem ser feitos jiraus de madeira ou bambu, cerca de 80 cm do solo, cobertos com sombrite, ripas de bambu, folhas de bananeira, folhas de coqueiro, ramos de milho e outros materiais disponíveis. Depois do período de permanência no leito, as estacas devem ser transplantadas para sacos plásticos, preenchidos com um dos substratos recomendados anteriormente. Outra opção é colocar as estacas para enraizarem diretamente nos sacos plásticos.

As estacas enviveiradas devem ser irrigadas diariamente, evitando-se, no entanto, o excesso de umidade. É preciso manter o viveiro livre do mato, fazendo capinas sempre que necessário. Aplicar, quinzenalmente, fungicidas cúpricos à base de óxido cuproso ou oxicloreto de cobre, na base de 30 g do produto comercial por 10 L de água.

Segundo pesquisadores da Embrapa (http://sistemasdeprodução.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Pimenta/PimenteiradoReino), a propagação por meio de estacas semilenhosas, foi praticamente abandonada por vários motivos, como:
♦ desuniformidade das plantas no primeiro ano de cultivo;
♦ perda de material no campo;
♦ necessidade de poda de formação; e
♦ possibilidade de disseminação dos patógenos Fusarium solani f. sp. piperis e do vírus do mosaico do pepino (CMV), quando se utilizam estacas retiradas de pimentais infectados.

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

Conheça os Cursos CPT da área Plantas Medicinais.
Por Silvana Teixeira.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Fique por dentro das novidades!