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Meu cão sofreu um acidente. E agora, o que fazer?

Após qualquer acidente, você deve fazer uma avaliação geral do cão para verificar se é um quadro de emergência. Entra nessa avaliação sentir a respiração, batimentos cardíacos, entre outros

Cão acidente

Após qualquer acidente, você deve fazer uma avaliação geral do cão para verificar se é um quadro de emergência. Caso ocorra essa situação, é necessário realizar uma breve avaliação do estado geral do animal. Segundo Alessandra Sayegh Arreguy Silva, professora do Curso CPT de Primeiros Socorros para Cães e Gatos — Parada Respiratória e Cardíaca, Desmaios, Estado de Choque e Convulsões, “O socorrista, seja ele o próprio dono do cão ou algum cuidador, deve fazer algumas avaliações do estado geral do animal, focando no problema mais evidente, por exemplo, no caso de um corte profundo, com excesso de perda sanguínea — a hemorragia deve ser estancada antes de se pensar em qualquer exame”. Assim, será necessário observar os seguintes pontos:


1 — Respiração

Cheque se o cão está respirando, sentindo e ouvindo sua respiração. É possível observar o movimento respiratório, observando-se o tórax do animal. Outras formas de sentir a respiração são: colocando a mão próxima ao focinho para sentir o vento da expiração; ou ouvindo a respiração, pondo o ouvido próximo ao focinho ou na caixa torácica.

2 — Batimentos Cardíacos

Para saber o número de batimentos por minuto, sinta a batida do coração e conte o número de batimentos cardíacos durante 15 segundos. Depois multiplique por quatro. Se você contar 20 batimentos durante 15 segundos, por exemplo, o batimento cardíaco do animal é 80 bpm (20 × 4). Para avaliar a normalidade do ritmo cardíaco do animal, abaixo uma média de batimentos por minuto:

— Cães pequenos apresentam de 70 a 180 batimentos cardíacos por minuto.
— Cães maiores têm uma frequência cardíaca menor, que varia de 60 a 140 batimentos por minuto.
— É normal os filhotes de cães apresentarem uma frequência cardíaca alta, de até 220 batimentos por minuto.

Se o animal não estiver respirando e não tiver batimentos cardíacos, você deverá iniciar imediatamente  a massagem  cardíaca e a respiração artificial alternadamente.

3 — Nível de consciência

Chame-o pelo nome e observe se ele atende ao chamado. Outra forma de avaliar se o animal está consciente é beliscando com força a região entre os dedos, para ver se há algum estímulo, como uma piscada de olhos.

4 — Perfurações, hemorragia e ferimentos abertos

Após verificar se o animal está consciente, observe se há perfurações ou feridas abertas em seu peito; se há hemorragia e se há perfurações ou feridas abertas no abdômen do animal.

5 — Temperatura

A temperatura corporal normal de cães pode variar de 37,5 °C a 39,5 °C, quando o animal está em repouso. Temperaturas acima dessa margem nem sempre significam febre,  pois pode haver interferência da temperatura ambiente, da situação de estresse ou de atividade física. Mas, passada a interferência, a temperatura deve voltar ao normal.

6 — Cor das mucosas

A cor da gengiva é um importante indicador da saúde. Se a gengiva do animal for pigmentada,  com  manchas pretas  ou marrons, tente achar um espaço não pigmentado na gengiva ou nos lábios para verificar se está normal.
— Mucosas normais apresentam uma saudável cor rosa.
— Gengiva azulada é sinal  de que o  coração  e os pulmões não estão funcionando bem, podendo indicar asfixia ou inalação de fumaça.
— Mucosa muito vermelha pode também indicar intoxicação por fumaça (devido ao monóxido de carbono) ou insolação.
— Gengiva vermelho-escura pode significar que há uma septicemia, existência de algum microrganismo (como toxinas bacterianas) no organismo.
— Mucosa pálida é sinal de anemia e o animal pode estar com alguma hemorragia interna e, com isso, sua temperatura provavelmente estará baixa.
— Mucosa pálida a branca também pode ser resultante do susto que o animal sofreu durante o acidente.
— Mucosa amarela implica problema hepático ou hemólise intravascular. Analise os olhos para ver se não há lesões na pálpebra ou perfurações no globo ocular.

7 — Hidratação

Observe a elasticidade da pele; puxe a pele do animal e se ela não voltar ou demorar a voltar é sinal de desidratação. Quanto mais grave a desidratação, mais lento é o processo de retração da pele.

8 — Observação da boca

Observe a boca do animal e veja se há sangue. Puxe a língua do animal para verificar se há algum objeto obstruindo a garganta. Para puxar a língua, utilize uma gaze. Observe se todos os dentes estão firmes e inteiros. Avalie também o focinho, verifique se não há sangue, líquidos ou espumas. Estes são alguns procedimentos para serem realizados logo após o acidente, que vão orientá-lo durante a prestação de socorro. 


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Por Silvana Teixeira,

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Comentários

Josefa Lucas dos Santos

4 de fev. de 2022

Curso de primeira socorros

Resposta do Portal Cursos CPT

7 de fev. de 2022

Olá, Josefa! Tudo bem? 

Agradeço sua visita em nosso site! 

Para saber mais informações sobre o curso, acesse https://bit.ly/336s67q ou deixe seu telefone que uma de nossas consultoras entrará em contato. 

Abraço! 

Lorena 

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