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Doenças causadas por carrapatos: erliquiose e babesiose

Os carrapatos são artrópodes hematófagos, ou seja, alimentam-se de sangue do animal parasitado. As principais doenças transmitidas pelos carrapatos são a Erquilose e a Babesiose

Doenças causadas por carrapatos: erliquiose e babesiose   Artigos Cursos CPT

 

Os carrapatos são artrópodes hematófagos, ou seja, alimentam-se de sangue do animal parasitado. O carrapato propriamente dito não causa muitos problemas além da coceira, mas a pulga é vetor de diversas outras doenças, além de problemas dermatológicos. “Portanto, ele pode transmitir uma série de doenças, algumas delas muito severas, podendo levar o cão ao óbito. As principais doenças transmitidas pelos carrapatos são a Erquilose e a Babesiose”, afirma Alessandra Sayegh Arreguy Silva, professora do Curso a Distância CPT Capacitação de Auxiliar Veterinário - Cães e Gatos, em Livro+DVD e Curso Online.

A erliquiose é uma doença que ataca os glóbulos brancos do sangue do animal, podendo causar até anemia. Os sintomas iniciais são a perda de apetite e indisposição, evoluindo para sintomas mais graves como inchaço ou inflamação das patas, febre, vômitos e cegueira. Já a babesiose ataca os glóbulos vermelhos do sangue, podendo causar anemia e problemas na coagulação sanguínea. Os sintomas podem ser febre, letargia, perda de apetite, depressão e ou palidez nas mucosas (comum em animais anêmicos). Essas são as conhecidas doenças do carrapato e outro grande problema é que também podem atacar os humanos.

Quando o cão está com essa doença, o diagnóstico é difícil no início, pois os sintomas são semelhantes ao de várias outras doenças, como a cinomose. Por isso, sempre que o cão apresentar carrapatos e esses sintomas, deve-se levá-lo imediatamente ao médico veterinário, para que sejam realizados diagnósticos e exames para a confirmação da doença. Esse diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue, ou utilizando testes sorológicos. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de recuperação e cura do cão.

Para que possa curá-la e também como profilaxia, a melhor maneira é o controle dos carrapatos. Para isso, é importante conhecer os seus hábitos, pois o controle do animal somente é ineficiente. O ciclo de vida do carrapato possui quatro fases: ovo; larva; ninfa e adulto. No cão, o mais comum é identificarmos somente a fase adulta, mas também podem ocorrer as fases consideradas jovens que são a larva e a ninfa.

O carrapato não troca de fase sobre o animal, ele sempre faz isso no ambiente, nos ninhos. Normalmente, esses ninhos são próximos de onde o animal dorme. Ao sair do ninho, eles caminham pelo ambiente, à procura de hospedeiros para se alimentarem. Nessa fase, é mais fácil encontrar os carrapatos em paredes ou muros, ao amanhecer ou entardecer, pois são momentos em que o clima está fresco.

Os carrapatos são extremamente resistentes, podendo ficar por semanas escondidos sem se alimentar, aguardando uma condição de clima mais favorável para saírem em busca de alimento. Tempo máximo sem se alimentar:
- Larva - até 60 dias.
- Machos adultos - até 200 dias.
- Fêmeas adultas - até 220 dias

Eles também são resistentes a produtos de limpeza. Portanto, somente a lavagem e desinfecção dos ambientes contaminados não basta. É importante controlar frequentemente o local onde o cão vive e dorme. Uma maneira simples e eficaz é manter a grama do jardim sempre curta, para evitar que carrapatos se escondam por baixo das folhas. Outra forma eficaz é a aplicação de lança-chamas nos muros, canis, estrados, batentes, chão etc., pois elimina todas as fases do carrapato: ovos, larvas, ninfas e adultos.

Já, no caso de identificar carrapatos em seu cão, o mais recomendado é procurar um médico veterinário para indicar um produto para o seu controle. Outra dica importante é não arrancar o carrapato, ao identificá-lo, pois pode ocorrer de tirarmos só uma parte do corpo e o resto ficar ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções. Para que isso não aconteça, o ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente.

Como é bastante comum que esse carrapato esteja cheio de ovos, ele deve ser emergido em um pote com um pouco de álcool para que ele e os ovos sejam controlados. Nunca aperte o carrapato entre as unhas, matando-o e liberando a carcaça. Os ovos eclodirão reinfestando o ambiente. Outro parasita externo importante em algumas regiões é o mosquito. Assim como as pulgas e o carrapato, os mosquitos podem causar desconforto ao cão, mas o grande problema é que ele pode ser o vetor da Leishmaniose. Essa doença é agravada, pois é facilmente transmitida ao homem pelo mesmo mosquito, desde que ele também esteja contaminado.

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