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Displasia coxofemoral em cães: saiba mais sobre a patologia

Patologia ortopédica, a displasia coxofemoral prejudica a mobilidade do cão

Cão doente - imagem ilustrativa

Lucas Bonoto, professor do Curso CPT Como Cuidar e Educar o Seu Cão, esclarece que os cães como companheiros estão presentes cada vez mais nos lares. No entanto, ter um cão como animal de estimação significa muito mais que ter um amigo, significa, também, assumir cuidados frequentes para que ele apresente boa saúde. 

Nesse sentido, é preciso estar atento também às doenças que podem afetar a qualidade de vida dos cães. Desde as mais simples às mais complexas, é importante levá-los a um veterinário para que sejam tratados da forma correta.

É possível destacar a displasia coxofemoral como uma das doenças comuns no dia a dia de veterinários, caracterizada pelo encaixe inadequado entre a articulação do quadril e o fêmur do animal, o que causa disfunção lateral ou bilateral dos membros.

Essa doença causa muito desconforto ao animal e limita seus movimentos e locomoção e precisa de tratamento adequado recomendado por um veterinário, para aliviar o sofrimento do cão.

Causas

São várias as causas que podem provocar o desenvolvimento de displasia coxofemoral nos cães. Destacam-se as hereditárias, o ambiente em que o cão vive e os nutrientes que recebe durante o seu desenvolvimento.

A causa hereditária talvez seja a mais “forte” para o surgimento da displasia, uma vez que os cães herdam genes que provocam a má formação das estruturas ósseas e interferem na velocidade de crescimento delas.

O local onde o animal vive também pode ser um propulsor da patologia, devido ao fato de que o piso – irregular e/ou escorregadio – torna-se um agravante da lesão, assim como a idade e o porte físico do animal.

Ainda há a nutrição, que também pode favorecer a displasia, uma vez que alguns tutores oferecem suplementação de cálcio durante a fase de crescimento do filhote, o que provoca distúrbios nutricionais que interferem na formação das estruturas ósseas.

Sinais clínicos

De acordo com o grau de desenvolvimento da doença e das estruturas afetadas por ela, os sinais clínicos podem variar. É possível observar dor à palpação e durante a locomoção, prejuízo à mobilidade – acarretando redução de atividades físicas pelo animal –, movimentos limitados, membros mais rígidos, músculo da coxa menor, quedas repentinas durante caminhadas, entre outros.

Diagnóstico

A partir do exame físico, dos sintomas, do histórico do animal ou de exames de imagem, é possível detectar a displasia coxofemoral. Geralmente, o raio-X é o exame mais realizado e que fecha o diagnóstico.

Tratamento

Há duas formas possíveis para tratamento da displasia coxofemoral: tratamento clínico e tratamento cirúrgico. O veterinário é o responsável por determinar qual dos dois é o mais indicado para cada caso. Caso o tratamento seja clínico, ele é feito com administração de anti-inflamatórios, sessões de fisioterapia, elaboração de nova dieta, acupuntura, consumo de condroprotetores e regeneradores articulares.

 


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Fonte: Syntec – syntec.com.br
por Renato Rodrigues

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