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Esteroides anabolizantes - efeitos em homens e mulheres

O uso dos esteroides causa profunda alteração psicológica em todos os seus usuários, além de outros efeitos severos

 O uso oral de esteroides é mais nocivo ao funcionamento normal do fígado que os injetáveis fonte: deviantart

Os esteroides anabólicos, mais conhecidos como anabolizantes, são substâncias derivadas da testosterona, que é o hormônio sexual masculino. Atualmente, vêm na forma sintética, produzida em laboratórios. Embora prejudiquem a saúde, são comercializados licitamente em farmácias e drogarias e, ilicitamente, em algumas academias de ginástica e de musculação, por meio do narcotráfico.

A cada ano, os anabolizantes arrastam um número enorme de usuários. São jovens e adolescentes , que acham que podem ficar mais bonitos, usando essas drogas e “malhando” nas academias, onde o objetivo primeiro seria cuidar da saúde e não apenas do embelezamento. O objetivo é ficar grande e forte para impressionar as mocinhas, simplesmente porque vivemos em uma sociedade onde só tem vez o mais alto, o mais forte, o mais bronzeado e o mais bonito.

 

“Essa procura exacerbada pelo excesso muscular, resultado de hipertrofia dos músculos, é um sinal de desespero e de insegurança dos jovens. A preocupação quase doentia pelo aumento da massa muscular resulta de uma decepção do jovem com o seu próprio físico”, afirma Cid Martins Batista, professor do curso Drogas Não! Para Jovens e Adolescentes, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

 

Além dos jovens, outros grupos usam os esteroides, são os fisiculturistas, que frequentam as academias com o definido objetivo e os atletas, que desejam, a qualquer preço, melhorar o seu desempenho nas competições esportivas. Todos com o conhecimento dos efeitos colaterais, que podem afetar gravemente sua saúde, até mesmo ocasionar disfunção sexual.

 

No entanto, continuam a consumir anabolizantes, pois para eles, atletas, estes aumentam sua concentração, aspecto favorável em determinadas provas, durante as competições esportivas, principalmente as de curta duração, como corridas de 100 e 200 metros, saltos de extensão e de altura e levantamento de peso.

 

Após mais ou menos três semanas de uso de esteroides, a taxa de testosterona endógena estará reduzida em torno de 10% do seu teor normal. Como consequência, temos a diminuição de produção de testosterona endógena e aumento de estrogênio, que será o grande responsável pelo surgimento, no peito do atleta, de uma mama do tipo feminino.

 

No fígado, o uso dos esteroides anabólicos provoca a formação de tumores, tanto de natureza benigna, quanto maligna. Os de uso oral são mais nocivos ao funcionamento normal do fígado que os injetáveis. Já no sistema cardiovascular ocorrem numerosas anomalias, como alterações nas concentrações de várias enzimas e de alguns elementos minerais, entre eles o cálcio, o potássio e o sódio.

 

Também ocorrem alterações nos níveis de colesterol, reduzindo o colesterol chamado protetor (HDL) e aumentando a concentração do colesterol ruim (LDL), um dos responsáveis pelo enfarte do miocárdio. Geralmente, os usuários de esteroides são hipertensos. Já no sistema locomotor, observa-se aumento de rupturas de tendões e de fraturas ósseas. As inserções musculotendinosas tornam-se relativamente frágeis para suportar a tração de um músculo bastante aumentado na sua força, em função do aumento desproporcional de massa.

 

Efeitos agudos e crônicos causados pelos esteroides

 

Em homens :

 

- Alterações comportamentais e de humor;

 

- Alterações no sistema muscular, no sistema nervoso central e no cérebro;

 

- Euforia; durante esta euforia, os jovens podem ser estimulados à violência, ao vandalismo e ao crime;

 

- Depressão, que se manifesta após a euforia, quando aparecem a desilusão e a paranoia;

 

- Aumento da pressão arterial;

 

- Alterações cardiovasculares, que aumentam a chance de um enfarte do miocárdio ou de uma parada cardíaca;

 

- Diminuição de testosterona, por efeito de realimentação do sistema;

 

- Diminuição do desejo sexual e da libido, por inibição hormonal;

 

- Atrofia dos testículos e do pênis;

 

- Oligospermia (redução de até 60% na produção do esperma);

 

- Impotência e outras disfunções sexuais, inclusive alterações anatômicas;

 

- Câncer no fígado, nos testículos, nos rins e na próstata;

 

- No fígado: câncer, hepatite e cirrose;

 

- Obstrução da vesícula biliar.

 

Em mulheres:

 

- Aumento exagerado da musculatura;

 

-Crescimento de pelos, principalmente nos braços, nas pernas e no rosto;

 

- Voz grossa e desagradável;

 

- Aparência masculinizada, além de todas as doenças que atingem os homens.

 

Em adolescentes:

 

- Crescimento comprometido – O abuso de agentes pode prematuramente parar o crescimento do comprimento dos ossos;

- Maturação óssea acelerada;

- Aumento na frequência e duração das ereções;

- Desenvolvimento sexual precoce e desenvolvimento extremo das características sexuais secundárias (hipervirilização);

- Crescimento do falo (hipergonadismo ou megalofalia);

- Aumento dos pelos púbicos e do corpo;

- Ligeiro crescimento de barba.

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Por Andréa Oliveira

 

 

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