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Drogas: como conversar com seus filhos sobre elas

As drogas não escolhem a classe social. Todos estamos sujeitos a elas!

 

 Os pais não devem ficar omissos, mas participar da vida dos filhos

Atualmente, problemas sociais, bastante sérios, vêm abalando, o alicerce estrutural da família, ao ponto de desnortear o jovem, levando-o a uma total insegurança. São problemas advindos do mundo conturbado de hoje, reflexo de uma explosão urbana descontrolada, da crescente aceitação de novos valores da sociedade de consumo, das desigualdades sociais, entre outros. Tudo isso pode levar o adolescente ao mundo das drogas.

O combate aos entorpecentes deve dirigir-se não só aos jovens como também aos adultos, uma vez que estes usam e abusam de vários tipos de drogas, especialmente das substâncias que produzem prazer ou que diminuem a ansiedade causada pelas tensões da vida moderna. O café, o fumo e o álcool são bons exemplos. Da mesma forma, parte significativa da sociedade toma anfetaminas para ficar acordada e barbitúricos para dormir, abusando dos diversos “amortecedores” da tensão provocada pela vida atual.

 

 

Sendo assim, "a família tem papel primordial nesse contexto (não descartando a responsabilidade de nossos governantes), devendo agir de maneira afetiva, esclarecedora e, sobretudo, amorosa, enfrentando o problema e discutindo-o abertamente com os filhos, usando uma linguagem clara, objetiva e direta, sem punições ou recriminações. Caso contrário, o jovem se irá se afastar do convívio familiar, atirando-se nos braços dos marginais e traficantes de drogas", afirma o professor Cid Martins Batista, do curso Drogas não! Para Pais e Professores, elaborado pelo CPT - Centro de Produções Técnicas.

 

 

Como saber se seu filho está usando drogas?

 

Primeiramente, o pai deve convidar o filho para uma conversa amigável, apesar de muitas vezes esta conversa ser bastante difícil, uma vez que os filhos, nessa fase, são, quase sempre, agressivos, irreverentes e até mesmo atrevidos. Entretanto, é necessário lembrar que, muitas vezes, mesmo não usando drogas, os jovens costumam reagir dessa maneira. Por isso, é muito importante não tirar conclusões precipitadas.

 

 

A atitude mais apropriada é a seguinte: converse com seu filho de maneira franca, sincera, leal e objetiva. Se ficar constatado que seu filho realmente é um viciado, toda a atenção deverá estar concentrada no comportamento deste em relação ao volume de dinheiro que ele movimenta. Podem ocorrer duas situações muito preocupantes:

 

 

1) O filho está gastando além do normal, o que leva às seguintes possibilidades: os pais são ricos e fornecem o dinheiro solicitado pelo filho ou então ele começa a usar de qualquer recurso para conseguir o dinheiro para comprar a droga. Neste momento, o filho inicia a escalada do vício, vendendo objetos pessoais, objetos caseiros, depois o roubo e, por fim, a prostituição. Esta situação representa o fim de uma ilusão e o início da degradação moral.

 

 

2) De um momento para outro, o filho começa a comprar de roupas novas a aparelhos de som sofisticados, a frequentar novos ambientes, a demonstrar total descuido pelo seu dinheiro que, quase sempre, está espalhado pelo quarto.

 

 

Como fazer para ajudá-lo?

 

Para isso, devemos evitar, dentro de casa, o uso de cigarros, bebidas, comprimidos, medicamentos, entre outros, já que a tendência é o jovem imitar os pais. Outro aspecto importante é discutir seus problemas, ouvir seus argumentos, manter com eles um diálogo amoroso, afetivo, sem recriminações. Se, entretanto, recriminá-lo for necessário, isso deve ser feito com autoridade e firmeza, porém com brandura.

 

 

Da mesma forma, precisamos conhecer suas preocupações e notar algumas mudanças de comportamento, tais como:

 

a. Para os jovens, os maiores problemas que eles enfrentam na atualidade são os problemas relacionados com a violência, a criminalidade, o desemprego e as drogas.

 

 

b. Numerosas pesquisas realizadas no mundo mostram que os jovens e adolescentes estão começando a usar drogas antes dos 10 anos. Isso acontece, porque eles têm fácil acesso às drogas como maconha, cocaína, crack e, principalmente, álcool e tabaco. Aqueles que aos 9, 10 e 11 anos já estão fumando tabaco, provavelmente serão fumantes para o resto da vida, devido à capacidade da nicotina em causar dependência.

 

 

c. O uso da maconha está crescendo muito no Brasil. Vários motivos contribuem para isso. O permissivismo negligente de alguns pais, a sociedade tornando-se apática e indiferente ao uso da maconha, grande parte da polícia despreparada, omissa e acovardada no sentido de combater o elevado consumo, não só da maconha como de outras drogas. Atualmente, alguns consideram o uso da maconha algo como fumar tabaco, portanto, trivial, chegando a defender sua legalização ou liberação.

 

 

Segundo dados da ABRAÇO (Associação Brasileira Comunitária para Prevenção do Abuso de Drogas), os numerosos usuários atendidos na referida instituição, de acordo com a classe social, estão assim distribuídos: 29,9% dos pacientes são carentes, 30,1% pertencem a classe média e 40,0% à classe alta. Ou seja, as drogas não escolhem a classe social. Todos estamos sujeitos a ela!

 

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Por Andréa Oliveira

 

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