WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Ligue Agora (31) 3899-7000
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Dia do Cliente

Como é possível enquadrar alunos deficientes nas escolas?

Enquadrar os alunos como deficientes pode ser perigoso, pois, para ser vítima de preconceito, basta fugir um pouquinho dos padrões da normalidade

Como é possível enquadrar alunos deficientes nas escolas?   Artigos Cursos CPT

 

Os professores envolvidos com a inclusão devem ter, no mínimo, conhecimentos básicos sobre as características de cada deficiência, pois muitas delas só são de fato detectadas quando o aluno vai para a escola. “Enquadrar os alunos como deficientes pode ser perigoso, pois, para ser vítima de preconceito, basta fugir um pouquinho dos padrões da normalidade”, afirma Emiliane Rezende, professora do Curso a Distância CPT Educação Inclusiva e Educação Especial, em Livro+DVD e Curso Online.

Os professores precisam conhecer, observar e, com muita cautela, sugerir encaminhamentos para outros profissionais, depois de esgotadas as tentativas dentro da sala de aula. Professor não diagnostica aluno com uma ou outra deficiência. Ele observa, busca alternativas, tenta compreender,
para depois, sem alarde, sugerir outras intervenções, quando for realmente necessário. Agindo dessa forma, evita-se uma tendência que surgiu após o movimento inclusivo que é a de os professores e a escola, em geral, tentarem passar a responsabilidade pela aprendizagem do aluno para outros profissionais.

O professor comprometido com a educação e com o bem-estar de seus alunos quando suspeita que algum deles tenha um tipo de deficiência ou outra desordem qualquer, pesquisa, se informa, observa, para depois comunicar ao coordenador pedagógico da escola que organizará uma reunião formal para comunicar aos pais as questões observadas em sala de aula tais como:


- Atenção/dispersão;
- Relacionamento com os professores e colegas,
- Inquietação ou apatia;
- Autonomia/dependência;
- Agilidade/lentidão;
- Resposta aos conteúdos propostos etc.

Todos os membros da escola, sem exceção, devem estar muito atentos e precisam ser orientados em relação à forma de se referir tanto aos alunos com deficiência quanto aos sem deficiência. Termos pejorativos como doidinho, ceguinho, mudinho, aleijado, doente, aluado, mongol, pinel, tortinho, entre tantos outros, podem ser deletados da memória de todos os funcionários da escola, para evitar que os alunos ouçam e, consequentemente, reproduzam.

Quando um aluno se referir ao outro utilizando algum dos termos mencionados, a escola precisa se posicionar, a fim de evitar constrangimentos ao aluno deficiente e orientar o aluno ofensor (mesmo que não haja a intenção da ofensa) a não utilizar termos desagradáveis que firam a autoestima do colega. Ensinar a respeitar beneficia toda a escola e gera pessoas melhores.

Quer saber mais sobre o Curso? Dê play no vídeo abaixo:


 

Conheça os Cursos a Distância CPT, em Livros+DVDs e Cursos Online, da área Metodologia de Ensino
Por Silvana Teixeira.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Fique por dentro das novidades!