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Necropsia em suínos: abertura do cadáver

A posição de decúbito dorsal deve ser escolhida, sempre que possível, para a abertura do cadáver, uma vez que ela favorece a visualização dos órgãos abdominais

Necropsia em suínos: abertura do cadáver   Artigos CPT

A posição de decúbito dorsal deve ser escolhida, sempre que possível, para a abertura do cadáver, uma vez que ela favorece a visualização dos órgãos abdominais. Entretanto, em suínos adultos muito pesados, deve-se fazer a necropsia em decúbito lateral, tanto faz direito ou esquerdo, pois o peso elevado associado ao formato anatômico não permite parar o cadáver na posição ideal mencionada.

“A abertura do cadáver em decúbito dorsal começa com a desarticulação dos quatro membros, utilizando uma faca comum”, explica explica o professor João Paulo Machado, do Curso CPT Anatomia Patológica: Técnicas de Necropsia. Para os membros torácicos, basta descolar a escápula do gradil costal, e para os membros pélvicos, desfazer as articulações coxofemorais, cuidando para não abrir a cavidade abdominal antes da hora.

Desarticulação do membro torácico utilizando faca comum Artigos CP

Foto: Desarticulação do membro torácico utilizando faca comum

Nesses primeiros cortes não é esperado que escorra muito sangue, de modo que a presença abundante de fluidos pode ser indicativo de congestão vascular. Outros pontos que podem ser avaliados já nesse momento são a coloração dos músculos, a superfície articular e os linfonodos superficiais.

O próximo passo é a realização de uma incisão mentopubiana superficial, sem abrir, ainda, a cavidade abdominal, para que o tecido subcutâneo seja analisado quanto à coloração, textura, presença de lesões e outras anormalidades. Em machos, é preciso cuidado para não romper o pênis.

Os instrumentos utilizados nessa incisão são faca magarefe (corte) e pinça (tração da pele).

Cadáver com a pele repartida Artigos CPT

Foto: Cadáver com a pele repartida

Nas necropsias de suínos, é importante sempre coletar o linfonodo submandibular para o diagnósticos de algumas doenças, como circovirose suína.

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Por Silvana Teixeira.

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