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Como os contrastes radiográficos beneficiam a radiologia veterinária?

Entenda o papel dos contrastes na saúde dos animais

Há um contraste natural entre as estruturas anatômicas, mas em certos casos essa diferenciação se perde, levando a uma radiopacidade similar entre os órgãos, conforme explicam as professoras  do Curso CPT Ultrassonografia e Radiologia em Pequenos Animais.


Quando o contraste natural entre as estruturas é perdido, recorre-se a meios de contraste artificiais para destacar estruturas pouco contrastadas ou radiotransparentes. Esses exames contrastados são essenciais para diferenciar estruturas como corpos estranhos, cálculos e massas, além de permitir a distinção de órgãos, especialmente os abdominais.

Os tipos de contrastes comuns na prática veterinária incluem:


Contraste positivo: mais radiopaco, à base de bário ou iodo.


Contraste negativo: mais radiotransparente.

Os meios de administração dos contrastes são variados:

• Oral (ingestão).

• Parenteral (via endovenosa ou arterial).

• Endocavitário (por orifícios naturais como uretra, reto, útero).

• Intracavitário (na parede da cavidade, como em fístulas).

• Intratecal (no canal medular).

Contrastes radiográficos do trato gastrointestinal.

Em radiografias do trato gastrointestinal, o esôfago normalmente não é visível a menos que contenha gás ou resíduos. O procedimento contrastado para o esôfago é conhecido como esofagograma.


• Esofagograma em cães: apresenta linhas longitudinais finas da região cervical ao estômago.


• Esofagograma em gatos: além das linhas longitudinais, apresenta linhas transversais na região pós-cordial.


Durante a administração do contraste, é essencial evitar a aspiração acidental para evitar complicações como edema pulmonar, especialmente com contrastes iodados. Precauções adicionais incluem proteger os pelos do animal contra manchas de contraste, que podem interferir na radiografia.

Para avaliação do trânsito gastrointestinal, o sulfato de bário é comumente utilizado, enquanto o iodo é preferível em casos de suspeita de ruptura intestinal. Radiografias seriadas são necessárias em intervalos específicos após a administração do contraste.

Para se avaliar o cólon, pode-se esperar o trânsito completo, mas, se a suspeita for apenas dessa região, o contraste pode ser feito de forma retrógrada. Assim, faz-se o enema de bário: injeta-se o contraste diretamente no cólon do animal com uma sonda, de preferência sonda de Foley.

O tempo normal que o contraste leva para sair do estômago é de 2 a 4,5 horas no cão e 1 hora no gato. Se ele demora mais que esse tempo ou se fica alojado no estômago do animal, conclui-se que existe alguma alteração.

Contrastes radiológicos

Investir em formação profissional em Radiologia Ultrassonografia e Radiologia é crucial para alcançar sucesso na Medicina Veterinária, proporcionando conhecimentos abrangentes e atualizados nas técnicas essenciais. O Curso CPT Ultrassonografia e Radiologia em Pequenos Animaisoferece conteúdo específico e prático, ideal para aspirantes a uma carreira de sucesso na área.

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Por: Thiago de Faria

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