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Dica de queijarias de sucesso: água em quantidade e de qualidade!

O sucesso de uma queijeira? Quantidade e a qualidade da água. Esta que pode ser obtida de várias formas, como fornecimento de concessionária local, captação em poço manual e outros

Dica de queijarias de sucesso: água em quantidade e de qualidade!   Artigos CPT

Um fator determinante para o sucesso de uma indústria queijeira é a quantidade e a qualidade da água disponível. A água pode ser obtida de várias formas, como fornecimento de concessionária local, captação em poço manual – cisterna, perfuração de poço tubular poço artesiano etc. A fonte de abastecimento deve assegurar vazão suficiente para os trabalhos industriais.

“Recomenda-se no entanto, analisar a água quanto a sua quantidade e aos seus requisitos microbiológicos e físico-químicos antes de se iniciar a construção", afirma Juliano Gomide de Souza, professor do Curso Instalações de Queijaria e Controle de Qualidade. Dependendo dos resultados obtidos, deve ser feito, quando necessário, um prévio tratamento como floculação, neutralização, sedimentação e filtração, ou outras indicações conjuntas ou isoladas, o que aumenta os custos do empreendimento e em alguns casos, se aconselha a escolha de outro local para a instalação da nova indústria.

Na prática, tem-se observado que esse abastecimento fica em torno de 6 (seis) litros de água para cada litro de leite recebido. Esta vazão é variável, dependendo de vários fatores como o tipo de produto a ser produzido, o grau de mecanização da indústria, implantação de programas de qualidade e principalmente conscientização dos funcionários.

A água utilizada no estabelecimento deve apresentar, obrigatoriamente, as características de potabilidade especificadas pelos órgãos competentes. Independentemente de sua procedência, a água deve ser clorada, através do emprego de dosador de cloro, como garantia de sua inocuidade microbiológica. O dosador de cloro deve ser instalado imediatamente antes da entrada da água no(s) reservatório(s) do estabelecimento, para assegurar tempo de contato mínimo para verificação de ação sanitizante, liberando 0,5 – 1 ppm de cloro livre na(s) saída(s) ou nos pontos de utilização de água tratada. Conforme o caso, a água deve ser adicionada de inibidor de corrosão, pois as incrustações desenvolvidas na tubulação podem favorecer o crescimento de bactérias, constituindo uma fonte de contaminação. Esse inibidor deve ser seguro do ponto de vista toxicológico e apto para entrar em contato com alimentos.

Toda água usada nas superfícies de contato com alimentos deve ser submetida a testes laboratoriais para potabilidade. A água potável de poços ou de fontes naturais deve ser protegida de contaminação. As tubulações de água não potável devem ser devidamente identificadas por cores apropriadas, prevenindo-se contaminação cruzada da água potável. Independentemente de sua procedência a água deve ser clorada.

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