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Irrigação em pequenas e médias propriedades

No Brasil, até a década de 60, a prática de irrigação se restringia a pequenas propriedades e às áreas de cultivo de arroz

O aumento expressivo da população mundial com grandes concentrações nas cidades, causadas pela revolução industrial, fez aumentar a demanda por alimentos e fibras, o que fez expandir a área cultivada e abrir novas fronteiras agrícolas. Com o contínuo crescimento demográfico, a humanidade se viu compelida a usar os recursos da irrigação, não só para complementar as chuvas nas regiões úmidas, como, também, para tornar produtivas as zonas áridas e semi-áridas do globo que constituem cerca de 55% de sua área continental.

Atualmente, a área irrigada no mundo é cerca de 260 milhões de hectares, o que corresponde a 17% da área cultivada, responsável por 40% da produção total de alimentos.

No Brasil, até a década de 60, a prática de irrigação se restringia a pequenas propriedades e às áreas de cultivo de arroz, no Rio Grande do Sul. Pode-se dizer que foi a partir de 1975, que se verificou o início do crescimento significativo da irrigação no País, quando a implementação de projetos particulares começou a ser aumentada e os projetos públicos passaram a ser implementados mais rapidamente. Até 1976, a CODEVASF – Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco - e o DNOCS – Departamento Nacional de Obras Contra a Seca - irrigavam, juntos, pouco mais de 10.000 hectares.

A irrigação deve ser feita com o objetivo de aumentar o lucro, com o aumento da produção, em quantidade e qualidade.

A irrigação deve ser feita com o objetivo de aumentar o lucro, com o aumento da produção, em quantidade e qualidade.

A irrigação deve ser feita com o objetivo de aumentar o lucro, com o aumento da produção, em quantidade e qualidade.

Atualmente, a área irrigada no País é de, aproximadamente, 2,7 milhões de hectares, com grande potencial de expansão, sendo que apenas 5% da área total cultivada é irrigada, que respondem por cerca de 16% da produção total e por 35% do valor dessa produção. A área total para aproveitamento hidroagrícola é estimada em 16 milhões de hectares, sem considerar os 33 milhões de hectares de várzeas, e o Brasil detém 8% dos recursos hídricos de água doce do planeta.

A irrigação é a maior usuária de água na produção agrícola. O uso da água na agricultura representa, em nível mundial, cerca de 70% de toda água derivada de rios, lagos e mananciais subterrâneos, enquanto a indústria utiliza 23% e o abastecimento humano consome 7%. Apesar do grande consumo de água, a irrigação representa a maneira mais eficiente e produtiva de se obter alimentos.

A irrigação propicia aumento de produtividade e da qualidade dos produtos, gerando maior renda para o produtor, desde que ela esteja associada ao uso de outras práticas culturais, também importantes. Portanto, o uso isolado da irrigação não traz os benefícios que o agricultor espera. É um meio a mais para se produzir melhor, com segurança.

Não se deve fazer irrigação pelo simples prazer de se estar fazendo agricultura irrigada, mas sim com o objetivo de aumentar o lucro, com o aumento da produção, quer em quantidade, quer em qualidade. Portanto, sua adoção precisa estar bem entrosada com as outras operações e práticas recomendadas, exigindo acompanhamento especializado e critérios corretos na tomada de decisões.

Assim, o produtor tem que repensar todo seu sistema de produção, já que a tecnologia de irrigação permite viabilizar o potencial dos demais insumos modernos tais como: fertilizantes, uso de sementes melhoradas, inseticidas, fungicidas, herbicidas, dentre outros.

O nosso trabalho junto ao CPT - Centro de Produções Técnicas, na coordenação técnica do "Irrigação em Pequenas e Médias Propriedades", é o início da área "Água na Agricultura", visando levar ao produtor informações técnicas a respeito dos sistemas de irrigação e do manejo da água em agricultura irrigada.

 

Prof. Rubens Alves de Oliveira e Prof. Márcio Mota Ramos, ambos Doutores em Irrigação do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV

 

 

Prof. Rubens Alves de Oliveira e Prof. Márcio Mota Ramos, ambos Doutores em Irrigação do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV - Universidade Federal de Viçosa - MG

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