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Culinária do Nordeste tem temperos fortes e uma imensa variação de pratos típicos

As influências indígena, do negro e do europeu fazem dessa região uma das mais ricas da culinária

A região Nordeste, que é formada pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Norte, possui uma culinária respeitável e admirada por todas as partes do mundo.

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A buchada de bode expressa a forte personalidade do sertanejo que se impõe, vigorosa e agreste.

Na esplêndida combinação de cores, que vai do verde água ao azul profundo, a beleza dos mares do Nordeste, com jangadas de velas brancas; roletas de peixes; areias claras de suas praias, em contraste com o agreste sertão. Tudo isso, juntando o talento de seu povo com as influências  indígena, do negro e do europeu, faz dessa região uma das mais ricas da culinária, com temperos fortes, saborosos e uma imensa variação de pratos típicos por excelência.

Entre o rústico e o refinado, a culinária nordestina, na verdade, são três: a sertaneja, a litorânea, e a maranhense. Todas nascidas em circunstâncias específicas, de características próprias, com diferenças tão marcantes, que reuni-las sob o mesmo epíteto é injusto.

Comida sertaneja

Paçoca, feijão-de-corda, buchada de carneiro, sarapatel. É a forte personalidade do sertanejo que se impõe, vigorosa e agreste. Para arrematar, queijo do sertão assado e café com rapadura. E, criando contraste, surgem as sobremesas da zona da mata, apaixonada pelo açúcar. É o doce sem limites dos canaviais, o legado de incansáveis mucamas. É também herança de Portugal, com suas iguarias sofisticadas.

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A cozinha baiana se transfigura em extravagância de sabores, como no apreciado Vatapá.

É uma marca da cozinha e civilização nordestina conciliar o mais rústico e o mais requintado, o regional e o internacional. Assim, encontramos em algumas casas de Pernambuco, pratos como Mão-de-Vaca acompanhado de vinho francês;  buchada de bode, seguida por Sarapatel; carneiro assado; peru e leitão de forno. As bebidas variam entre vinhos e licores europeus.

No Sertão, a cozinha madruga com leite com cuscuz de milho; farofa de feijão; manteiga do sertão; mugunzá com coco; batata-doce; paçoca; carne assada e café adoçado com rapadura. À tarde, feijão com carne de bode, carneiro ou porco. E, à noite, coalhada com rapadura e farinha de mandioca, tapioca; queijo assado; batata-doce e café.

Cozinha litorânea

A cozinha baiana se transfigura em extravagância de sabores, fartura inesgotável e emoções rituais nas inúmeras ocasiões festivas, que não são poucas. O povo baiano mantém as características de hospitaleiro desde época da colonização, por ter sido a porta de entrada e capital do Brasil durante muito tempo.

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Apresentando-se de várias formas e nomes, o feijão-de-corda origina uma iguaria apreciada hoje no mundo inteiro: o acarajé.

E, para esse serviço, incluíam-se carnes, galinhas, perus, patos, leitões, pescados, mariscos e muita fartura. Uma refeição de festa na Bahia inclui vatapá; caruru; efó; moqueca de peixe; de siri mole e de ostras; sarapatel; xinxim de galinha; acaçá; arroz ou farofa de dendê; cocadas e doces em calda. Apresentando-se de várias formas e nomes, a fava, feijão-de-corda ou feijão-verde e seco, como o tradicional fradinho, origina uma iguaria apreciada hoje no mundo inteiro: o acarajé.  

Quase tudo que se come na Bahia, se come com pimenta. Espremida com vinagre é obrigatório para o uso ou acompanhamento de todos os pratos baianos. “Em casa de baiana legítima, só se come de lenço na mão.”

Culinária Maranhense

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Arroz de cuxá, o orgulho da culinária maranhense.

A caça de pelo e de pena, como ensopados de pacas, tatus, veados e capivaras, preparados no óleo de babaçu, é encontrada no interior do estado. Os caranguejos são transformados em tortas de frigideira, e não mais tostados como nos tempos dos índios. A refeição matinal do maranhense é composta de mingau à base de farinha e mandioca, aveia e arroz; bolo de macaxeira ou de tapioca fritos na hora, com batata-doce e fruta-pão. As bebidas variam entre suco de frutas da estação: caju, laranja, maracujá, e a principal é a graviola que, inclusive, acompanha pratos salgados no almoço. Característica fundamental da culinária maranhense é a pesca fresca, o coco natural, tempero moderado e pouca gordura.

Na terra do arroz, come-se com feijão, arroz de jaçanã; arroz de carne; arroz de toucinho e arroz de cuxá; o orgulho da culinária maranhense, acompanhado de peixe-pedra, típico da cidade de São José do Ribamar. Entra na sua composição arroz, camarão salgado, farinha de mandioca, gergelim torrado e a azedinha. Acertar no arroz de cuxá desafia os melhores cozinheiros. A maior dificuldade em sua preparação está no sabor acre da folha da vinagreira, que deve ser misturada com maestria para não agredir o paladar.

Por: Patrícia Tristão

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Comentários

carlos vinicius sousa vasconcelos

24 de ago. de 2016

Bom, obrigado pelas as dicas.

Resposta do Portal Cursos CPT

25 de ago. de 2016

Olá Carlos Vinicius,

Ficamos felizes que tenha gostado.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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