Cultivo de violetas agrada aos produtores, floricultores e amantes das flores

No Brasil, mais de 100 cultivares estão disponíveis para o plantio

A grande quantidade de tipos existentes varia quanto ao formato e quanto à coloração.

A violeta é uma espécie florífera perene, pertencente à família Gesneriáceas. Quando adequadamente cultivada, floresce com abundância o ano todo. No Brasil, tem apresentado, nos últimos anos, uma demanda crescente, sendo seu consumo mais acentuado em algumas datas comemorativas, tais como dia dos namorados, dia das mães, dentre outras.

Seu cultivo envolve, na cadeia produtiva, uma série de profissionais e direcionamento para os produtos, pois tanto poderão ser cultivadas flores que atendam à demanda de amantes da jardinagem, quanto para comercialização pelas floriculturas. Esse setor, no Brasil, compreende mais de 5.000 produtores e 4.000 lojistas, distribuídos entre os principais estados brasileiros, respondendo, anualmente, por negócios em torno de 150 milhões de dólares. As violetas africanas proporcionam, aos seus cultivadores, um rendimento anual de 504.000 dólares por hectare, podendo a margem de lucro ser estimada em torno de 20 a 40%.

A violeta possui cerca de 125 gêneros e mais de 2000 espécies conhecidas; entretanto, apenas 300 espécies têm sido cultivadas. No Brasil, mais de 100 dessas cultivares estão disponíveis para o plantio. A grande quantidade de tipos existentes, que surgiram de sucessivos cruzamentos, variando quanto ao formato, com flores de pétalas lisas, crespas, dobradas; e quanto à coloração, indo de rosa pálido ao roxo, passando por vários tons de azul e lilás, tem despertado a curiosidade das pessoas e levado à formação de coleções domésticas.

As violetas exigem muitos cuidados no controle ambiental. Em virtude disso, são cultivadas em estufas, que podem ser de vários modelos, de acordo com a preferência do produtor, podendo ser de madeira ou metal, devendo ser totalmente fechadas, para evitar corrente de ar, insetas e pragas. Algumas condições devem ser seguidas para se ter um bom desempenho das violetas cultivadas; são elas: iluminação, umidade relativa do ar, temperatura, substrato, água, adubação e tipo de vaso.

Com o objetivo de mostrar a cultura de minis, midis e grandes violetas em escala comercial, o CPT – Centro de Produções Técnicas em parceria com  a DENACOOP/SDR - Secretaria de Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura  e a FUNARBE - Fundação Arthur Bernardes/UFV, elaborou o curso “Como Produzir Violetas” no qual você receberá informações de especialistas e consultores do FRUPEX (Programa de Apoio à Produção e Exportação de Frutas, Hortaliças, Flores e Plantas Ornamentais) e pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa - UFV. 

Seu consumo é mais acentuado em algumas datas comemorativas.

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On-line de Viçosa, filiada mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

Quando as plantas estiverem prontas para a comercialização, devem ser embaladas obedecendo padrões de qualidade. Vasos que estiverem com sete a nove flores abertas, e outras para se abrirem, e folhas com aspecto sadio e quantidade suficiente, cobrindo o mesmo, estão prontos para serem embalados e comercializados.

A garantia de sucesso na produção de violetas, depois das boas práticas de cultivo, é assegurar que suas flores sejam entregues sempre em excelente estado de conservação e de beleza. Assim, os clientes conseguirão transmitir todo o encantamento e sentimento que esperavam, e muito mais facilmente, indicarão a sua produção para outros.

 

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Comentários

Andrea Ximenes

12 de ago de 2013

Sou apaixonada por violetas e gostaria de começar um plantio.Moro no noroeste do estado do Rio de Janeiro, e nosso clima é bem quente. Devido a isso, surge minha dúvida,tenho possibilidade de êxito numa plantação? Aguardo ansiosamente uma resposta.

Resposta do Portal Cursos CPT

14 de ago de 2013

Olá, Andrea!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

A violeta-africana precisa de muita luminosidade, mas não suporta sol direto. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 20 a 25ºC formam o ambiente ideal para a planta (o mínimo é 15ºC e o máximo é 30ºC).

Uma flutuação de 3ºC para além desses níveis (15ºC a 30ºC) pode eventualmente interrompero crescimento. Com pouca luz, elas não florescem; com muita, são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas.

Se for colocar os vasos próximos a janelas, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre ao mesmo sentido.

Além disso, a cultura de violetas pode se desenvolver integralmente em estufa de plástico pintado com látex branco, com tela de sombreamento, a 50% para proteção das plantas contra a incidência direta dos raios solares e excesso de luminosidade.

A violeta é bastane sensível a mudanças bruscas de temperatura; no inverno, requer aquecimento, evitando quedas bruscas de temperatura e efeito de geadas; no verão, as laterais da estufa devem ser abertas nas horas mais quentes do dia para favorecer a ventilação e adiminuição da temperatura.

As violetas para flosrecerem, necessitam de luz o dia todo. A intensidade luminosa ideal está entre 10,8 e 11,8 acarretando clorose nas folhas. Locais sombrios, de pouca ventilação e pouca luminosidade, provocam o enfraquecimento, a perda da cor e o vigor da planta e, principalmente, causam redução na produção, além de propiciar maior incidência de doenças.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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