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A importância da intertextualidade para a leitura na educação infantil

Um fator de tamanha importância para a leitura é a intertextualidade. Em outras palavras, a forma como se dá a recepção da mensagem depende das particularidades de cada criança

A importância da intertextualidade para a leitura na educação infantil

 

Um fator de tamanha importância para a leitura é a intertextualidade. Em outras palavras, a forma como se dá a recepção da mensagem depende das particularidades de cada criança. Até mesmo o autor pode intertextualizar o que elabora, por meio de referências ou alusões explícitas a outros textos, outros autores e situações, consciente ou inconscientemente. Dessa forma, concluímos que tanto a escrita quanto a leitura são as faces de uma mesma moeda.

Todo texto se inter-relaciona com outros textos, seja no momento da elaboração, seja no momento da recepção. Por isso, é imprescindível que o professor pense em como se dá o processo intertextual na recepção, ao ouvir a leitura de seus alunos”, afirma a professora Maria Oliveira Cortes, do Curso Educação Infantil - Literatura Infantil e Contação de Histórias, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Da mesma forma, devemos saber que qualquer leitor, mesmo a criança,  projeta sobre o que lê sua vivência, seus anseios, seus temores. Quando criança, ao ler e ouvir os contos de fadas, o indivíduo exorciza seus medos, ameniza suas ansiedades e libera sua agressividade, em um processo de catarse.

Não apenas isso, mas o leitor (criança ou adulto) libera também sua criatividade, ao colocar em prática seu lado lúdico, ao participar do jogo, ao identificar-se com os personagens, ou ainda questionar o narrador, formulando outras possibilidades de escrita/leitura.

No filme “História sem Fim”, o personagem-leitor funde-se ao herói da história lida e realiza, por meio das aventuras de Atrezo, seus desejos de menino órfão de mãe, fraco e covarde, diante dos colegas que o perseguiam. Este exemplo nos mostra claramente o processo da leitura intertextual: uma história se funde a outra, que se funde a outra, que se funde à nossa infinitamente. Cabe à escola expandir o leque de significações do conhecimento humano, mostrando como um texto se alimente de outro, na construção de uma história sem fim.
 
Com isso, gradativamente a leitura vai sendo enriquecida, nesse processo de intertextualidade constante, possibilitando um diálogo entre produções de épocas e espaços diferentes.

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Por Andréa Oliveira.

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