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O carregamento e transporte dos animais terminados é uma fase muito importante na cadeia de produção que pode refletir negativamente no pós-abate em fatores ligados à indústria

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O carregamento e transporte dos animais terminados é uma fase muito importante na cadeia de produção que pode refletir negativamente no pós-abate em fatores ligados à indústria, como pior qualidade de carcaça e aumento de condenações por lesões, no frigorífico, e ainda prejuízos por perda de peso e mortes de animais.

O fornecimento de ração antes do transporte é um dos principais fatores que levam a perdas de animais por morte. "O estômago repleto de ração provoca uma pressão sobre o diafragma, dificultando mecanicamente a respiração e a atividade cardíaca, além de promover uma pressão sobre o nervo vago, a qual leva, indiretamente, a um estreitamento dos vasos cardíacos e, consequentemente, à morte", afirma Luiz Mário Fedalto, professor do Curso CPT Produção de Suíno Light - Mais Carne, Menos Gordura.

Um jejum alimentar de 12 h é praticado antes do embarque, sendo que a água fica disponível, sem restrição até o momento do carregamento. Esse jejum favorece um transporte tranquilo dos animais com menor estresse e mortes até o abatedouro, permitindo um esvaziamento mais efetivo do trato gastrintestinal, o que diminui os índices de contaminação de carcaças por ruptura de vísceras no frigorífico.

Normalmente, o carregamento se dá à noite, ou quando não é possível, nas horas mais frescas do dia. Para a condução dos animais ao caminhão, utilizam-se pranchas de madeirite, não sendo permitido, em hipótese alguma, o uso de chicotes, chutes ou palmadas e materiais que marquem a pele dos suínos, pois causam condenações na indústria. O espaçamento recomendado no transporte varia de acordo com o peso corporal. Variando de 0,30 m2 por animal de 90 kg a 0,50 m2 por animal de 120 kg.

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Por Silvana Teixeira.

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