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Como se prevenir da coccidiose suína

A coccidiose suína se manifesta em forma de diarreia pastosa, resultando em uma perda considerável de peso dos pequenos suínos

Doenças em suínos

 

Um pesadelo para os produtores de suínos, a coccidiose suína atinge os leitões bem novos, até 15 dias de vida. É uma doença causada por um protozoário conhecido cientificamente como Isospora suis e se manifesta na forma de uma diarreia pastosa, resultando em uma perda considerável de peso dos pequenos suínos.

Principais sintomas

A doença afeta os leitões até a primeira quinzena de vida. Durante esse período, o suinocultor deve averiguar constantemente se os leitões apresentam os primeiros sinais da coccidiose. Caso detecte algum sinal no suíno, o produtor deve tomar as devidas providências para evitar que o quadro de saúde do animal piore.

Se o leitão é muito novinho, a doença se manifesta mais severamente e os antibióticos praticamente não surtem efeito. Os leitões com até 5 dias de vida permanecem com forte diarreia, que se prolonga por 15 dias, com as seguintes características: consistência pastosa, odor fétido, cor amarelada e cinzenta.

Além disso, o períneo dos suínos apresenta fezes frequentes, já que a diarreia não cessa. Os leitões também apresentam o pelo arrepiado e tornam-se apáticos e debilitados, embora ainda se alimentem normalmente. Em pouco tempo, perdem peso e seu desenvolvimento é prejudicado, já que seu intestino perde a capacidade normal de absorção.

Meios de prevenção

A melhor arma contra a coccidiose suína é a prevenção. Por isso, é imprescindível tomar medidas de biossegurança, para evitar que a doença atinja o plantel. Meios simples, como trocar os sapatos ao entrar nos setores onde são manejados os leitões, ou mesmo controlar as moscas e os ratos, diminuem consideravelmente os riscos da doença.

Muitos suinocultores também optam pelo uso de coccidicina nos leitões recém-nascidos, para evitar que eles sejam acometidos pela doença. É bom lembrar que a droga mais eficiente contra o I. suis é toltrazuril, em relação a outras drogas, como diclazuril e sulfonamida.

O toltrazuril impede a disseminação do protozoário no organismo da maioria dos leitões afetados pela doença, além de reduzir o processo da infecção e aliviar a diarreia.

Higiene das instalações

Independentemente de se usar o toltrazutril no plantel, mais uma vez, o fator mais importante a ser considerado é a higiene das instalações, e isso é feito com medidas simples e práticas.

Os equipamentos de limpeza da pocilga devem ser exclusivos de setor em setor. Já os funcionários devem higienizar as mãos, sempre que necessário, e trocar os calçados ao mudarem de um setor para outro.

Da mesma forma, quando os suínos saírem de um setor, deve ser feito o vazio sanitário do local, limpando as fezes com jatos de água e desinfetando o ambiente por completo contra a coccidiose.

Por Andréa Oliveira.

Fonte: Pork World.

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