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Produção e controle de custos do sistema aquapônico

Uma boa gestão produtiva começa com um ótimo planejamento. Para implantar qualquer negócio, é preciso fazer uma análise do mercado onde pretendemos nos inserir

Produção e controle de custos do sistema aquapônico   Artigos CPT

Planejamento significa tomar boas decisões, no presente, para obter bons resultados no futuro. “Para implantar qualquer negócio, é preciso fazer uma análise do mercado onde pretendemos nos inserir”, explica Thiago Archangelo Freato, professor do Curso CPT Produção de Peixes e Hortaliças no Sistema de Aquaponia.

Uma boa gestão produtiva começa com um ótimo planejamento. Não se deve iniciar a produção sem antes saber exatamente como vai ser a criação:


- Com relação ao tamanho;
- Qual o tempo que vai levar para se obter lucro; e
- Se vai haver verba para sustentar o sistema antes de começar a ter lucro.
Só assim evita-se fazer um mau negócio e jogar dinheiro fora.

Na Aquaponia, a água que sai dos peixes é aproveitada juntamente com os nutrientes excretados por eles – cerca de 70% do nitrogênio (N) e de 80% do fósforo (P), proveniente das rações para os vegetais. Isso permite, em muitos casos, não acrescentar nenhum nutriente extra para as plantas durante o ciclo produtivo, o que permite grande otimização geral de recursos e, consequentemente, a redução do custo final de produção. Além disso, o comércio de vegetais também é fonte de renda para o produtor, bem como, em menor intensidade a produção de peixes.

Essa Aquaponia comercial possui uma área de cultivo de vegetais bem ampla e pode ser uma referência de módulo produtivo para quem deseja ingressar na atividade. De todo modo, é interessante que o produtor disponha, se possível, de um maior número de tanques de peixes, a fim de estabelecer uma produção escalonada (venda mensal), com despescas totais. Com essa estrutura, num período de 10 a 11 meses, por ano, consegue-se produzir quatro toneladas de peixes e se consegue produzir 10 ciclos de alface e outras folhosas só com o adubo que sai dos tanques dos peixes. Essa produção até pode ser maior, mas, para quem está começando, manter essa taxa é mais seguro. Isso mantém uma zona de conforto com 50 kg de peixes/m3.

A oxigenação no fundo do tanque, por sua vez, promove uma aeração de tal forma que a água nunca fica parada. Ocorre um movimento ascendente da água do tanque, fazendo com que a massa d’água sempre se misture, permitindo que os peixes do lote fiquem em contato com uma água homogênea, com níveis mais adequados de oxigênio (sem zonas mortas) e sem a ocorrência de estratificação térmica.

Quando se utiliza os injetores direcionados levemente para a lateral e fundo do tanque ou mesmo difusores bem posicionados consegue-se imprimir um efeito “redemoinho”. Isso faz com que o residual composto por fezes dos peixes e resto de ração dentro do tanque se acumule ou sedimente mais na parte mais funda, o que facilita sua retirada do sistema por meio da drenagem de fundo e manejo de descargas.

A água sai aquecida dos tanques e se resfria durante o processo de filtração até chegar à temperatura ideal e retornar novamente às plantas. Quem vai começar, não deve já colocar a capacidade máxima de peixes e, sim, esperar, primeiro, o sistema se adequar porque a zona de conforto das plantas, bactérias e peixes demoram um tempo para se estabilizarem. Para que isso aconteça é preciso dimensionar bem toda a estrutura, principalmente a estação de tratamento. Depois disso, pode-se aumentar as densidades gradativamente até atingir valores próximos a 40 kg ou 50 kg por m3 de água, no caso da tilápia. Mas, isso requer muito conhecimento sobre a dinâmica do sistema e um tempo de maturação do mesmo. É com esse tempo que as bactérias vão se proliferar e vão dar ao sistema uma estabilidade maior.

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

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Por Silvana Teixeira.

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