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Piscicultura semi-intensiva? Renove sempre a água!

Sem água dentro dos padrões de qualidade e oxigenação, a sobrevivência e o bom desenvolvimento dos peixes


O grande segredo das pisciculturas semi-intensivas de sucesso? Renovação constante da água. Sabe por quê? Porque sem água dentro dos padrões de qualidade e oxigenação, a sobrevivência e o bom desenvolvimento dos peixes ficam comprometidos. E o que levaria a água a se sujar? Restos de insumos provenientes da alimentação, por exemplo.


Quando a renovação de água nos viveiros for baixíssima, por exemplo, e houver adoção de fertilização periódica, deve-se fornecer até o limite de 50 kg/ha/dia de ração. Essa regra, porém, muitas vezes, não é cumprida.


Mas isso ainda não é tudo, "é preciso adotar mecanismos de aeração forçada em emergências ou em horários pré-programados, quando o volume de ração demandada estiver acima desse nível e as concentrações de oxigênio reduzirem muito", explica Giovanni Resende de Oliveira, do Curso CPT Nutrição e Alimentação de Peixes

O sistema semi-intensivo deve basear-se em um programa de produção, com intervalos predefinidos entre as etapas de povoamento até a despesca (fases do ciclo produtivo). Ele necessita de maior demanda de mão de obra, quando comparado com o sistema extensivo.

Piscicultura semi-intensiva? Renove sempre a água!


É um sistema bem adequado à técnica do policultivo, podendo-se cultivar quase todas as espécies de peixes comercializadas, principalmente, quando se tem como objetivo fazer o fornecimento de peixes para pesque-pague ou, mesmo, para o comércio de peixes abatidos em menor escala.

Exemplo de policultivo que funciona bem nesse sistema é o cultivo conjunto de carpa comum, com a tilápia-vermelha macho e com o tambaqui. Essa é uma boa combinação porque a Carpa comum irá se alimentar daqueles organismos que ficam no fundo dos viveiros e o tambaqui, por sua vez, é um peixe hábil em filtrar a água e se alimenta de fitoplâncton.

No policultivo, aproveita-se a disponibilidade de alimentos em todos os níveis do viveiro.


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Por Silvana Teixeira.

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