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Pintado ou cachara, o surubim é muito cobiçado por criadores e pescadores

O pintado é o peixe de água doce que apresenta o maior valor comercial no país

O surubim é um peixe que permite sua criação tanto de forma solta quanto confinada, podendo ser cultivado em rios ou tanques. Existem dois tipos de surubim, o pintado e o cachara. É sobre estas duas espécies que este artigo irá falar.

Pintado

O surubim pintado ou simplesmente pintado, é um peixe carnívoro e piscívoro que aceita praticamente qualquer tipo de alimento, mas recomenda-se oferecer, periodicamente, alimentos vivos a ele. É um peixe de hábito noturno e um grande predador. No aspecto físico, apresenta um corpo comprido horizontalmente, com a cabeça em forma de uma pá plana; apresenta a extremidade da nadadeira caudal, curvada para dentro; quando jovem, possui coloração cinza nos flancos e, quando adulto, surgem pontos negros na região dorsal.

É um peixe muito apreciado pelo sabor de sua carne, além disso, é valorizado nas pescas comerciais e esportivas, por se tratar de um peixe “briguento” após ser fisgado. Por esse motivo, recomenda-se calma e paciência ao fisgá-lo e ao manuseá-lo, pois ele apresenta espinhos nas nadadeiras peitorais e dorsais, o que pode ferir quem o manuseia.

Outro motivo que o faz ser tão cobiçado é o tamanho que ele pode atingir. Um dos maiores do Brasil, com capacidade de chegar a 1 m de comprimento. Por esses e outros motivos, o pintado é o peixe de água doce que apresenta o maior valor comercial no país. A carne é atrativa, por ser branca, saborosa, de consistência firme, sem espinhos e de baixo teor de gordura.

Pode-se afirmar, sem sombra de dúvida, que o pintado é o peixe mais desejado por pescadores tanto profissionais quanto amadores, que buscam aventuras e reconhecimentos. Para sua captura, pode-se usar iscas naturais, como é o caso de peixes vivos (lambari, cascudo, tuvira entre outros) ou mesmo pedaços deles. A melhor época para a pesca de pintados é durante os meses em que os rios estão baixando, durante a vazante ou nos períodos de seca.

Cachara

O cachara pode ser diferenciado das outras espécies, devido às manchas que possui. Tais manchas se apresentam em forma de malhas e começam na região dorsal e se estendem até perto do ventre. É um peixe que, assim como o pintado, apresenta hábitos noturnos. Além disso, é carnívoro e tem preferência por peixes de escamas e de menor porte.

Quanto às características físicas, ele apresenta a cabeça enfeitada por seis barbas compridas, que têm a função de um órgão sensitivo; tem o corpo alongado e roliço, com esporões nas pontas das nadadeiras peitorais e dorsais; a cabeça é achatada e grande; a coloração é cinza escura no dorso e vai clareando em direção ao ventre.

Em relação aos pintados, é um pouco mais frequente encontrá-los em pesqueiros, mas, ainda assim, é um pouco difícil de achá-los. Quando em rios, os maiores ficam praticamente imóveis, só à espera de atacar suas presas. Já os cacharas mais jovens são um pouco mais inquietos. São peixes de fácil captura, uma vez que têm o costume de atacar a isca com voracidade. Nos pesqueiros, eles aceitam facilmente as iscas com salsichas. No entanto, as iscas mais eficientes são as iscas vivas (peixes pequenos ou pedaços destes).

Basicamente, o que caracteriza essas duas espécies de surubim são as considerações feitas acima. Se quiser saber como fazer a criação de surubim, voltada para a comercialização da espécie, consulte o curso Criação Comercial de Surubim, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas. Neste curso, o piscicultor irá encontrar orientações a respeito do local ideal para a criação, tipos de tanques, obtenção dos alevinos de surubim, comercialização entre outros.

Leia também o outro artigo a respeito: Peixe surubim tem características que permitem criação confinada ou solta.

Por: Beatriz Lázia

Pensando em você, cliente CPT, o Centro de Produções Técnicas disponibiliza gratuitamente um manual prático sobre criação de tilápias, com especificações sobre as principais espécies, a temperatura e o o pH mais adequados para a sua criação, bem como os tipos de alimentação e as formas de reprodução. Tudo elaborado em linguagem simples e ilustrações para melhor exemplificar o conteúdo.

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Comentários

Manoel Correia Lima Neto

2 de jun de 2014

Desejo obter mais informações sobre criação de surubim em escala comercial. Além de criá-lo, pretendo negociá-lo para defumação.

Resposta do Portal Cursos CPT

5 de jun de 2014

Olá, Manoel!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Alguns fatores são primordiais para o sucesso de uma criação de peixes, dentre eles a qualidade do produto, o preço competitivo, a localização adequada, a facilidade para distribuição e comercialização e a diversificação de espécies. E de todos esses fatores, a qualidade sanitária do produto é a principal. Para isso, são essenciais os cuidados veterinários com a criação, a limpeza geral dos tanques, a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações, além de boas instalações e manutenção adequada.

Em relação à localização os principais recursos e condições requeridos para o sucesso de um projeto de piscicultura é a  topografia. A localização determina, essencialmente, a viabilidade econômico-financeira do investimento no que se refere ao trabalho de movimentação de terra na construção das instalações.

Em áreas de topografia praticamente plana esses trabalhos serão minimizados. Em terrenos acidentados, evidentemente, haverá maior volume de trabalho de terraplanagem. É a topografia que determinará o volume de terra a ser movimentado na construção das instalações. Dela sairão os condicionantes de tipo, superfície, forma e o número de viveiros. De um modo geral, terrenos com inclinação de até 5% são os mais indicados, por serem menos onerosos e possibilitarem maior superfície de área inundada.

Ainda neste fator deve-se observar a distância e a cota entre o ponto de captação da água e o local dos tanques e viveiros, correlacionando-se essa cota com o nível mais elevado da área de tanques, de modo a permitir o abastecimento de água através da gravidade.Em resumo, será necessária, para a construção do parque aquático, determinar a declividade do terreno, a diferença de nível existente nos diversos pontos que delimitamos viveiros e a linha de contorno e a medida horizontal e angular.

Os equipamentos utilizados na medição da área vão de uma simples trena, mangueira transparente e estacas de madeira até o teodolito, que é o instrumento mais apropriado para esse tipo de trabalho.Para se atingir um levantamento topográfico acurado do terreno deve-se proceder à fixação de uma referência de nível e da linha Norte-Sul. Também deve-se determinar a poligonal de apoio, ou seja, a linha poligonal de contorno da área, as dimensões, rumos e ângulos dos lados dessa poligonal.

Por último, deve-se plotar as curvas de nível a cada metro de desnível do terreno. Com estas ações serão obtidos a área e o perfil do terreno.O levantamento deve incluir, ainda, o cadastro dos chamados elementos notáveis existentes no terreno, como postes, divisas e riachos, entre outros. Deve-se evitar que o local para implantação do projeto apresente falhas, grandes formigueiros, afloramento de rocha e raízes de árvores de grande porte.Solo.

O solo mais adequado para tanques e viveiros é o que apresenta condições intermediárias entre o arenoso e o argiloso. É necessário que ele tenha boa estrutura, que favoreça a escavação do tanque e permita compactar as paredes e o fundo para evitar a infiltração excessiva de água. É importante observar que a terra com predominância de argila é mais difícil de ser escavada e favorece o aparecimento de rachaduras no tanque, quando este é esvaziado.

Já o solo muito arenoso não possui boa capacidade de retenção de água, favorecendo a infiltração do terreno. Quantidade de águaA atividade de piscicultura demanda água de alta qualidade e com quantidade abundante. O volume de água necessário é calculado em função da área e da profundidade do viveiro. Em um viveiro de 1 ha e de profundidade média de 1,5 m, são necessários 15.000 m3 (metros cúbicos) de água.

Para um viveiro com estas dimensões é recomendável que o enchimento ocorra em 72 horas, portanto a vazão deve ser superior a 38,6 lis. Fórmulas para o cálculo de vazão podem ser encontradas em livros de física ou, especificamente, no livro do Ibama "Manual de Piscicultura Tropical". Depois do enchimento de um tanque ou viveiro, a colocação de água deve ser promovida exclusivamente em três situações: para compensar perdas pela evaporação, recuperar o volume perdido com infiltrações, ou recupera a taxa de oxigênio da água, caso seja detectada uma deplexão.

Para mais informações o CPT possui o Curso Criação Comercial de Surubim.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

jean matos aguiar

6 de fev de 2014

gostei mas está faltando um vídeo. Seria bom nós termos uma ideia de como seria a reprodução, ok

Resposta do Portal Cursos CPT

7 de fev de 2014

Olá, Jean!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Agradecemos sua sugestão e vamos providenciar um vídeo sobre o assunto.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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