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Errada concentração de oxigênio na água prejudica os peixes

Erradas concentrações de oxigênio na água reduzem o desenvolvimento, provocam queda na imunidade devido ao estresse, promovem doenças e intoxicações e levam o animal a morte

Errada concentração de oxigênio na água prejudica os peixes   Artigos Cursos CPT

 

Concentrações de oxigênio na água que não atendam às necessidades dos peixes cultivados podem reduzir o desenvolvimento, provocar queda na imunidade devido ao estresse, promover doenças e intoxicações e levar o animal a morte, afirma Dr. Manuel Braz, professor do Curso a Distância CPT Produção de Alevinos, em Livro+DVD e Curso Online. Ovos, larvas e alevinos são mais sensíveis, pois trata-se de uma fase em que o metabolismo é acelerado e as estruturas de defesa ainda não estão plenamente desenvolvidas.

Quando temos vento sobre os viveiros, ocorre aumento das trocas gasosas entre a água e o ar, promovendo a oxigenação da água. Quando isso não ocorre, essas trocas ficam comprometidas e pode ocorrer baixa concentração do oxigênio na água. As moléculas de água da superfície são atraídas pelas moléculas abaixo e pelas laterais, criando uma película de tensão superficial. Essa película é observada, quando vemos um inseto caminhando sobre a água e, da mesma forma que suporta o peso do inseto, essa película também impede a troca gasosa entre a fração líquida e o ar, portanto, em dias sem vento não é recomendado alimentar os peixes, a menos que tenhamos outra fonte de aeração.

O fluxo de entrada de água nova também incorpora o oxigênio, mas tem o inconveniente de poder esfriar a água do viveiro, caso essa troca seja muito intensa. Outro inconveniente é que se está entrando água no viveiro, também temos a sua saída pelo sistema de controle de nível e com isso os nutrientes e o plâncton saem junto com a água.

Na larvicultura e alevinagem de peixes, a manutenção da temperatura e a disponibilidade de alimentos naturais podem ser fundamentais para o sucesso da produção e por isso podemos utilizar a estratégia em que nas primeiras semanas mantemos o viveiro com um nível abaixo do normal e, se necessitarmos de uma aeração de emergência, permitimos a entrada de água nova sem que ocorra a sua saída do viveiro. Isso só pode ser feito até o nível de água chegar à altura do monge ou da estrutura que for utilizada para controle; com isso, podemos fazer uma aeração de emergência sem perder os nutrientes e o plâncton dissolvido na água.

Para garantir melhor aeração dos viveiros, devemos escolher um local onde tenhamos maior incidência solar e de ventos. Após a adubação e calagem do viveiro, completamos o nível com 50% da água e fazemos o povoamento com as larvas. Sempre que necessário acrescentamos mais água nova para oxigenar e diluir a água do viveiro, até completarmos o nível, então passamos a renovar a água do viveiro normalmente, pois, provavelmente, as larvas já tenham superado a fase de maior necessidade de alimentos naturais e a ração apropriada poderá garantir a nutrição nessa fase.

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Por Silvana Teixeira.

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