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Criação de rãs - como fazer a fertilização artificial em ranários

Quando o ranicultor necessitar do cruzamento de um determinado casal e ele não puder depender do acasalamento natural, será necessário promover a fertilização artificial dos gametas

Criação de rãs - como fazer a fertilização artificial em ranários

 

Quando o ranicultor necessitar do cruzamento ou acasalamento de um determinado casal, e ele não puder depender do acasalamento natural, mesmo que os induzindo com hormônio, será, então, necessário promover a fertilização artificial dos gametas. O processo deverá ser feito da seguinte maneira:

Fertilização artificial de gametas

1. O ranicultor deverá aplicar as duas doses do hormônio GnRH, nas fêmeas;

2. Quando as fêmeas iniciarem a ovulação, o ranicultor fará a aplicação de uma única dose nos machos;

3. Cinquenta minutos após a aplicação de hormônio nos machos, eles produzirão grande quantidade de espermatozoides para o acasalamento. O ranicultor, então, deverá coletar o sêmen com auxílio de uma pipeta, introduzindo-a nas cloacas.

O material coletado é reservado e inicia-se a coleta dos óvulos da fêmea. Para tal, o ranicultor deverá:

1. Fazer ligeira compressão na parte lateral do abdômen, para auxiliar a saída dos óvulos do ovissaco (região da porção final do oviduto), onde se concentram;

2. Coletar os óvulos em um recipiente seco, preferencialmente redondo (tipo bacia plástica);

3. Imediatamente, fertilizar os óvulos coletados. Para tal, pulverizar os espermatozoides sobre os mesmos.

De imediato, deve-se promover leve movimento rotativo na bacia, para facilitar a mistura dos gametas e melhor sucesso na fertilização. A partir daí, o ranicultor deverá seguir as seguintes orientações:

1. Deixar o material em repouso por aproximadamente dois minutos;

2. Em seguida, hidratar gradativamente os ovos, homogeneizando-os continuamente, para evitar agregar os óvulos;

3. Transferir para um recipiente maior (tipo balde), onde a massa de ovos será mais hidratada;

4. Promover, com as mãos (dedos abertos), movimentos contínuos dentro do recipiente (por aproximadamente 10 minutos), até formar uma rala massa gelatinosa, para manter os ovos desagregados; e

5. Transferir a desova para um local apropriado, para transcorrer a incubação (ou desenvolvimento embrionário), que pode ser uma caixa plástica, ou tanque, com ou sem o quadro telado (incubadeira flutuante), dependendo da opção adotada pelo ranicultor.

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Por Silvana Teixeira

Saiba mais sobre a criação de rãs em cativeiro, acessando o artigo abaixo:

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