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Estudando o aparelho digestivo dos cavalos? Veja esses detalhes

O primeiro órgão que devemos considerar é a boca, que é parte inicial do canal alimentar. É nela que ocorre a apreensão, mastigação, salivação e a deglutição

Estudando o aparelho digestivo dos cavalos? Veja esses detalhes   Artigos CPT

O primeiro órgão que devemos considerar é a boca, que é parte inicial do canal alimentar. É nela que ocorre a apreensão, mastigação, salivação e a deglutição. Na mastigação o alimento é triturado, tendo aumentada a superfície de contato para facilitar a ação das enzimas digestivas. O alimento triturado e misturado à saliva forma o bolo alimentar lubrificado em condições de ser deglutido.

A salivação tem função de facilitação da mastigação e da deglutição e de proteção do estômago contra a ação dos ácidos gástricos. “A ingestão de alimentos e sua digestão são influenciadas nos equinos por fatores como a ocorrência de dores, que diminui a produção de saliva, e o estado dos dentes, fundamentais para uma boa mastigação”, explica Prof. Dr. Eduardo Villela Villaça Freitas, do Curso CPT Alimentação de Equinos.

Estima-se que um animal com peso aproximado de 500 kg possa produzir 25 L de saliva diariamente. Por isso, animais doentes, particularmente aqueles que estão sofrendo algum tipo de analgesia, como a dor ao pisar com um casco mal aparado, que resulte em manqueira, diminui a produção de saliva, decorrendo daí problemas digestivos, cólicas e redução da ingestão de alimentos. Além da produção de saliva, vale destacar que a mastigação é um processo de grande importância para os equinos.

Problemas na mastigação tende a determinar problemas também na digestão. Um cavalo no ambiente natural passa aproximadamente 75% do tempo pastando e, em decorrência, mastigando. Por isso, dentes em bom estado são fundamentais, particularmente, no que diz respeito ao bom funcionamento de aparelho digestivo. Problemas nos dentes, mesmo que pequenos, prejudicam a mastigação, reduzem a ingestão de alimentos, causam menor absorção de nutrientes na dieta, podem causar cólicas, entre outros fatores que causam queda no desempenho do animal.

No cavalo, a boca é formada por uma cavidade cilíndrica alongada, onde estão, entre outras estruturas, os lábios, as gengivas, a língua, os dentes e as glândulas salivares. A boca termina na faringe, onde está a glote, que direciona os alimentos para o esôfago, evitando que cheguem à traqueia e, depois, aos pulmões. O esôfago, por sua vez, é um tubo com cerca de 125 cm a 150 cm de comprimento, que dá acesso ao estômago.

O estômago, nos equinos, como já estudado, é relativamente pequeno, com volume interno variando entre 8 L e 15 L. Já o intestino delgado, que está ligado ao estômago pelo duodeno, se estende até o intestino grosso, que tem início no piloro e acaba na curvatura menor do ceco. O comprimento médio do intestino delgado de um equino é de cerca de 20 m, enquanto sua capacidade volumétrica varia de 40 L a 50 L. Já o intestino grosso tem comprimento variando de 7,5 m a 8 m, estando dividido em: ceco, cólon maior, cólon menor e reto. Vale aqui destacar o ceco, uma grande estrutura com comprimento médio de 1,25 m e volume interno de 25 L a 30 L.

O aparelho digestivo dos equinos conta, ainda, com glândulas digestivas como o pâncreas, que tem um peso médio de 350 g e tem a função de secretar quase todas as enzimas usadas na degradação dos alimentos. Também, merece destaque o fígado, que é a maior glândula do corpo do animal, podendo pesar até 10 kg.

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Por Silvana Teixeira.

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